Empreendedores brasileiros da Web 2.0 investem em modelos testados nos EUA
São Paulo - Entre a competição feroz de serviços internacionais e a falta de investimentos, o mercado de Web 2.0 nacional se apóia no gosto do usuário brasileiro por comunidades.
O termo Web 2.0 tomou forma no final de 2005 não apenas se propondo a oferecer ferramentas que ajudassem o usuário a interagir com o conteúdo online, como o pesquisador Tim O’Reilly definiu o conceito.
E, como todo conceito, uma nova onda de empresas e serviços chegaram ao mercado de internet. São aplicações online, que libertam o usuário do desktop e do sistema operacional, e, na maioria das vezes, permite a colaboração e participação intensiva do internauta na construção do conteúdo.
>Conheça serviços brasileiros de Web 2.0
Você gosta do Flickr, serviço de fotos do Yahoo!? Conhece o Digg, site onde o usuário manda o conteúdo e vota nas notícias mais importantes? Gosta de usar o Writley, do Google, para escrever os seus textos? Bem-vindo, você está na era da Web 2.0.
Uma nova safra de empreendedores brasileiros está apostando nessa idéia. Com pouco dinheiro, fruto de investimentos pessoais, e com modelos de negócios baseados nos desenvolvidos lá fora, essas empresas ainda não atrairam a atenção dos investidores de capital de risco.
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Paulino R. e Silva. Mestre Supremo das Ciências Ocultas, Senhor absoluto da Chave de Pandora: adora assistir os Flinkstones, curte Milk-Shake de OvoMaltine e tem alergia a repolho (fica com gazes). Hiperativo, usa este e mais 36 blogs como formas legítimas de procrastinação e compartilhamento de informações quase úteis.

