Paul´s Blog

Informações Inúteis do dia-a-dia

Como escolher um aparador de grama!

Fonte: Blog Bandai

Se você possui sua própria casa, você vai precisar comprar um cortador de grama em algum momento. Ou seja, a menos que você tenha a sorte de ter um jardineiro, ou tenha dedicado toda a sua área para criar um jardim Zen perfeito. Escolher qual cortador de grama comprar pode ser um desafio empolgante ou uma tarefa desconcertante. Não importa como você veja essa tarefa, existem vários fatores importantes a ter em consideração antes de fazer a compra.

Carretel ou giratório?

O manual de carretel fará seus vizinhos felizes, pois geralmente não tem motor, por isso eles são muito silenciosos e não poluentes. Eles consistem em uma lâmina fixa que corre paralela ao chão e um cilindro rotativo com várias lâminas em anexo. Quando o cilindro gira, as lâminas de corte entram em interseção com a lâmina fixa, e a grama é cortada. Os manuais de carretel têm a vantagem de serem silenciosos e ecológicos. Eles são baratos, quase livres de manutenção e proporcionam um corte maior na lâmina. A desvantagem, naturalmente, é que é duro o trabalho de cortar com um cortador de carretel. Eles estão disponíveis com motor, mas são muito caros, por isso a menos que você corte uma grande área verde, eles provavelmente não valerão o custo.

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Elétrico, a gasolina ou movido a bateria?

Se você está preocupado com o meio ambiente e tem um gramado pequeno, os cortadores elétricos ou movidos a bateria são o melhor caminho a seguir. Os cortadores elétricos são alimentados por uma tomada padrão. Você vai precisar de um fio de extensão muito longa, para serviços pesados. Por esta razão, cortadores elétricos não são práticos para médios ou grandes gramados. Outra desvantagem é a dificuldade de cortar com um fio no caminho. A segurança também pode ser uma preocupação — passar sobre o cabo de alimentação é muito perigoso.

Cortadores de bateria, tal como o nome sugere, são alimentados por uma bateria de grande porte, que fica situada em cima da plataforma da segadeira. A principal desvantagem deste tipo é o fato de que a maioria das baterias dura apenas uma hora com uma carga completa. Se seu gramado leva mais de uma hora para cortar, você precisará comprar uma bateria sobressalente. Ambos os cortadores elétricos e movidos a bateria são menos caros do que a maioria dos cortadores a gasolina.
Cortadores a gasolina são a opção mais comum para a casa própria – você os reconhece pelo barulho alto ecoando pelo bairro. Embora mais barulhentos, eles são mais rápidos e podem ser mais fáceis de usar. Os modelos mais fáceis de usar são os cortadores a gasolina automotrizes — tudo que você precisa fazer é orientar a máquina. Cortadores com motor a gasolina vêm em duas variedades — dois tempos e quatro tempos. Os motores de quatro tempos não poluem tanto quanto os motores de dois tempos, e não necessitam que o combustível seja misturado antes de ser colocado no tanque.

Coletor ou de descarga?

Se você fez a opção por um cortador rotativo, você precisa decidir se prefere coletor ou de descarga. Um cortador com um saco acessório, coleta a grama cortada. Você pode então adicioná-la à sua compostagem, ou jogá-la no lixo. Um cortador de descarga corta cada folha de grama por diversas vezes, e transforma os restos em uma cobertura muito fina que pode ser deixada no gramado sem danificá-lo. Estes cortadores são mais rápidos, porque você não precisa parar a cada ciclo e esvaziar o saco. No entanto, eles são mais caros do que os coletores. Aliás, deixar os pedaços de grama sobre o seu gramado não causa colchão – apenas evita a luz solar de alcançar a grama que está coberta por eles.

Cavalos de força.

Ah, sim — a verdadeira razão para comprar um cortador de grama — tanta força quanto você possa precisar, e provavelmente muito mais! No entanto, não se deixe seduzir pelo cortador com o motor mais potente. Você só vai pagar mais por um recurso que você nunca vai usar. Em geral, se o gramado é bastante nivelado, e a grama não é muito densa, você pode conviver com um cortador de grama cuja potência esteja na extremidade inferior do espectro. Se você tem área acidentada, e de grama grossa, você pode querer um pouco mais de força.

Deck.

O deck é o corpo da máquina, é em cima dele que a bateria ou o motor se assenta. O aço é o material mais durável, mas os de alumínio e de plástico são mais leves e menos dispendiosos.

De Montar ou empurrar?

Se você tem um gramado de mais do que um acre de tamanho, ou você tem limitações físicas, você pode querer comprar um cortador de montar. Eles têm uma lâmina rotativa debaixo de uma plataforma, situada abaixo do centro da máquina. O cortador de montar vai custar muito mais do que um cortador de empurrar, mas o tempo que você vai economizar pode valer a pena, e o preço.

Preço, Suporte e Garantia

Você não precisa comprar os cortadores de grama mais caros do mercado, em razão do nome ou marca. Também não é recomendável comprar equipamentos muito baratos, importados da china ou similares, sem suporte ou garantia no Brasil. Existem excelentes máquinas, com excelentes preços, garantia e frete grátis no Brasil.

Sugestões:

Uma das marcas com melhor custo/benefício que existem  é a Poulan Pro. Se você quer a melhor correlação custo/benefício no Brasil, sugerimos os produtos da Bandai (cujo conjunto: suporte nacional, preço e garantias são imbatíveis). As Promoções de Vendas que antecedem o final do ano são ideais para os melhores negócios. Existem ainda outras excelentes marcas que podem ser utilizadas para manter seu jardim da melhor forma possível, como os da Husqvarna, Stihl ou Tekna. Você pode pesquisar por estas marcas na internet ou acessar os melhores preços nestas lojas: HSFloresta e Jardim, BSSMáquinas

outubro 7, 2015 Posted by | Dicas | , , | 1 Comentário

SOPRADOR DE FOLHAS: QUAL A MELHOR OPÇÃO?

Fonte: Blog BSS Máquinas e Equipamentos para Floresta e Jardim

Soprador costal? Soprador de mão? Sopro-aspirador?

Com o inverno chegando em nosso país, os motivos para a aquisição de um bom soprador de folhas se faz cada vez mais necessário. Chega de varrer as folhas que caem das árvores, existem hoje, práticas muito mais rápidas e viáveis, para você ou para seus funcionários. A utilização de equipamentos, cada vez mais viáveis no mercado, facilitará as tarefas e diminuirá o tempo das mesmas, trazendo comodidade e eliminando tarefas demoradas e cansativas. O Soprador de Folhas é um destes equipamentos, que trará estas comodidades.

Neste artigo iremos falar um pouco sobre as diferentes aplicações dentre os modelos de sopradores de folhas existentes no mercado atualmente. Dentre os modelos existentes, estão os sopradores de mão e os sopradores costais. Os sopradores, também podem ser divididos em sopradores à gasolina e sopradores elétricos, cada qual com a sua funcionalidade.

VEJA EM NOSSA LOJA AS OPÇÕES COM OS MELHORES PREÇOS!!! 

Sopradores de folhas a Gasolina:

Existem vários tipos de sopradores a gasolina, incluindo os tipos portáteis e de suporte costal. Os sopradores portáteis são divididos em dois grupos: aqueles com coletor e aqueles sem coletor. Com um soprador, é possível fazer muito mais coisas do que apenas espalhar as folhas: também é possível eliminar detritos, sobras de grama e de cercas-vivas, etc.

As principais marcas com as quais trabalhamos e indicamos, são os sopradores HUSQVARNA na linha profissional e sopradores TOYAMA na linha hobby.

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Coisas para ter em mente ao comprar um Soprador:

  • A máquina deve ter um sistema anti-vibração eficiente para minimizar as vibrações das partes da máquina que entram em contato com o usuário.
  • O motor deve ser potente e fácil de dar a partida.
  • Preste atenção à velocidade do ar e ao fluxo de ar.
  • Se você escolher um soprador com suporte costal, ele deverá ter cinturão confortável e redutores da carga com cinto para os quadris e tiras largas para os ombros.

Sopradores de folhas Elétricos :

Existem alguns tipos de sopradores elétricos, incluindo os tipos portáteis, cujo manuseio é fácil, normalmente utilizando apenas uma mão Os sopradores portáteis elétricos são divididos em dois grupos: aqueles com coletor e aqueles sem coletor. Com um soprador, é possível fazer muito mais coisas do que apenas espalhar as folhas: também é possível eliminar detritos, sobras de grama e de cercas-vivas, etc.

Abaixo Seguem os principais modelos de sopradores HUSQVARNA e sopradores TOYAMA, os quais indicamos para sua comodidade:

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http://www.bssmaquinas.com.br/c/sopradores-de-folhas/72776-SIT.html

maio 16, 2014 Posted by | Dicas, Texto | , , | Deixe um comentário

Uso intensivo de processador no Mac Book Air – No calor seu Mac pode virar um PC

Recentemente percebi que o uso do processador do meu MacBook Air – processo ” Kernel_Task ” – estava acima dos 100%, chegando a 150% do uso da máquina. O resultado é que ficava impossível usar qualquer aplicativo no computador.

Ocorre que estamos entrando no verão (ontem estava 31º C) e também percebi que a máquina estava extremamente quente. Observe-se que em virtude do tamanho reduzido a ventoinha de resfriamento da mac air é bastante pequena, existe pouco espaço para dissipar o calor e quase nenhuma entrada de ar no aparelho. 

Também é fato que os computadores (principalmente laptops) da Apple esquentam bastante mais que os PC’s, por uma série de razões. BINGO!! Descobri o problema da lentidão e uso extremo do processador no meu MacBook Air… Fui na geladeira, coloquei alguns cubos de gelo em um saco plástico, fechei bem e coloquei embaixo da máquina para testar minha teoria: Assim que o computador esfriou o uso de processamento do ‘kernel_task’ caiu para 5% (!!!).

A pergunta é: O que acontece?

Simples: O ‘kernel_task’ é responsável, entre outras coisas, pelo gerenciamento do processador no Mac… No caso de aquecimento extremo, por segurança (para evitar a queima do processador) , ele corta metade da velocidade do clock para que o computador esfrie. O desempenho do Mac Air cai de 1.67Ghz para 800Mhz… Mas isto não é tudo: Se ainda assim a máquina continuar quente (e isto ocorre com bastante frequencia) o ‘kernel_task’ irá inserir ‘pausas’ no processador para forçar o esfriamento e evitar que a máquina queime. 

O resultado é um monte de intervenções prioritárias no kernel da máquina (com um alternar constante de 1.67ghz para 800mhz ou inserção de pausas no processador), diminuição de velocidade e desempenho reduzido. Ou seja, no calor do inferno seu Mac vira um PC.

Como resolver o problema?

Se você não pode ir para a Islândia ou colocar sua máquina do lado do ar-condicionado, seguem algumas dicas simples:

1) Evite trabalhar com seu computador em superfícies de tecido (sofás, camas, etc). Se o fizer lembre de deixar um espaço embaixo do computador para entrada de ar (sim, parece incrível, mas a entrada da ar do MacBook air é embaixo do aparelho);

2) Evite o uso do Flash (não era balela do Jobs, não: O Flash acessa o processador de maneira desproporcional, aumenta o uso da CPU e esquenta ainda mais o aparelho… Esta é uma das razões pelas quais diminuí o tempo da bateria). O uso de um aplicativo para controlar e/ou desligar o Flash é interessante… Vale a pena dar uma olhada no FlashFrozen.

3) Considere instalar um gerenciador para aumentar a velocidade da ventoinha de resfriamento de sua máquina… O smcFanControl é a melhor alternativa que encontrei disponível.

4) Faça como eu e coloque seu computador em cima de cubinhos de gelo.


dezembro 21, 2011 Posted by | Dicas, Tecnologia | , , , , | Deixe um comentário

Como personalizar uma página de Blog no WordPress

Fonte: Blog Negócios na Net

Muitas vezes é conveniente dar um aspecto diferente do template original a uma página em concreto do WordPress. Isso é possível fazer de uma maneira fácil, havendo dois caminhos para realizar essa tarefa: um simplesmente “linkando” a uma página externa, mesmo sem ser em PHP, desenvolvida totalmente fora do “look” do template principal e descartando os respectivos plugins e widgets, outra apenas mexendo – “customizando” – o aspecto do template em utilização, mantendo as suas principais características e funcionalidades.

Páginas Personalizada

 


Ligar a Página Exterior

Para esta alternativa bastará que tenha disponível uma página feita e colocada em qualquer lado, seja em HTML ou PHP. Apenas terá que acrescentar ao “header” do seu template –  que em princípio é o sítio onde se encontram os menus de ligação às diferentes páginas do seu site – a ligação em causa. As hipóteses de organização dos menus e as suas configurações são muito e variáveis, mas certamente irá encontrar qualquer instrução para exibir páginas do tipo:

 

<?php wp_list_pages(‘title_li=’); ?>

 

Esta instrução com toda a probabilidade está arrumada junto a uma rotina de criação de lista, como a que segue:

 

<ul id=”navlist”>
<?php if (is_home()): ?>
<li><a href=”<?php echo get_settings(‘siteurl’);?>”>Home</a></li>
<?php else : ?>
<li><a href=”<?php echo get_settings(‘siteurl’);?>”>Home</a></li>
<?php endif; ?>
<?php wp_list_pages(‘title_li=’); ?>
<li><a href=”http://paginaexterior.com/&rdquo; title=”A minha página fora do WordPress”> Página</a></li>
</ul>

 

Bastará assim introduzir na lista o link para a sua página personalizada que ela passará a constar do menu geral do seu Blog.

 

Criando um template personalizado

Outra solução será, dentro do próprio WordPress, criar um template personalizado para a página que deseja alterar. Para isto bastará realizar os seguintes passos:

1. Copiar o ficheiro page.php ou single.php para outro a que chamará por exemplo landing.php(vamos imaginar que quer fazer uma “landing page” personalizada);

2. Edite esse ficheiro e altere-o de maneira a que o WordPress o possa identificar como um template, junto à instrução que invoca o “header”:

 

<?php
/**
Template Name: Landing */

get_header(); ?>

3. Ao criar agora uma nova página no WordPress vai-lhe passar a aparecer  no menu “Modelo” do quadro de Atributos o novo que acabou de criar (“Landing”).


Área de criação de Páginas do WordPress

Quadro de criação de Páginas do WordPress

 

E é tudo! É claro que a imaginação é o limite para aquilo que quiser fazer dentro do novo “template”. Como deve saber o mesmo é normalmente composto, no mínimo, por quatro secções:

 Header
 Body (index.php ou home.php)
Sidebar
 Footer

A – ou as – Sidebar  (barra lateral)  costuma conter no WordPress uma série de informações úteis provenientes de “widgets”, publicidade, etc. Poderá mantê-la no seu template personalizado, embora possa incluir nela uma instrução que a “obrigue” a comportar-se de maneira diferente quando for exibida na página para a qual criou o novo template. Por exemplo:

<?php if(is_page(’507′)) { ?>
<!– Aqui a minha rotina personalizada –>
<?php }?>

Assim parte do código só será executado quando a página em questão estiver a ser exibida.

O WordPress, embora possa parecer para as pessoas ainda pouco familiarizadas com ele pouco flexível é na verdade uma ferramenta muito versátil que permite um grau muito elevado de parametrização, sendo possível fazer dele (quase) tudo aquilo que queremos, personalizando-o de acordo com as necessidades de cada um.

novembro 18, 2011 Posted by | Dicas, Tecnologia | , , , | Deixe um comentário

Saiba como manter um jardim saudável com dicas práticas de adubação

fonte: América Blog

As opções para fertilizar a terra são variadas, de restos de alimentos submetidos a um processo de compostagem a minerais concentrados. O importante é saber como, quanto e quando usar

Manter um jardim em casa é uma atividade prazerosa, mas que pode se tornar frustrante se alguns cuidados não forem tomados, ainda mais quando o assunto é adubação. Por isso reunimos dicas de quatro especialistas sobre compostagem, fertilizantes e cuidados para fazer suas plantas crescerem fortes e saudáveis e ficarem bonitas o ano todo. Veja abaixo:

– A compostagem é um método já conhecido e fácil de fazer em casa com a transformação de restos de alimentos em adubo natural. Cascas de frutas, legumes e verduras, coadores de café, saquinhos de chá, casca de batata, são exemplos de alimentos que podem ser utilizados para sua produção. Esses adubos naturais são excelentes repositores de nutrientes e sais minerais para as plantas, vasos e jardins

– Se usar fertilizantes foliares, aqueles diluídos em água e borrifados nas folhas, nunca os aplique em plantas que recebem sol diretamente; deixe para aplicar o produto no fim da tarde (a partir das 16h) ou passe o vaso para um local sombreado por dois a três dias. Assim, os sais serão absorvidos pelas folhas junto com a água, caso contrário, o sol evapora e a água concentra os sais nas folhas, provocando queimaduras, desidratação, ou manchas nas folhas;

– Dê preferência sempre a fertilizantes orgânicos, tais como: pó de serra, lodo de cervejaria, terra infusória, aparas de grama, carvão, biofortificação e dejetos de cavalos já curtidos (para não haver queima do colo da planta em decorrência de sua fermentação);

– Se você nunca usou fertilizantes minerais concentrados (NPK), dê preferência àqueles com baixa solubilidade em água, tais como: Fosfato Natural de Araxá, Torta de Mamona, Hiperfosfato de Gafsa (fonte de fósforo e micronutrientes) e o Sulfato de Potássio. Caso ocorra uma superdosagem, os danos causados por esses produtos são menores, visto que sua solubilidade é menor e a liberação dos sais é mais lenta. Lembrando que o nitrogênio (N) é importante para o crescimento das folhas, o fósforo (P) para o enraizamento e o potássio (K) para o florescimento/frutificação;

– Excrementos de pássaros e cascas de maçãs são bons para plantas que não querem florescer. Para isso, coloque vários pedaços ao redor da terra e cubra o vaso com plástico durante quatro semanas;

– Adube com fertilizantes minerais quando as plantas já estão estabelecidas. Antes disso é mais recomendado usar esterco de gado ou de galinha, ou ainda húmus de minhoca;

– Utilize terra vegetal (rica em material orgânico) misturada com a terra do jardim quando iniciar o plantio, e adube com 20 a 30 cm de profundidade;

– Adube mensalmente, mas evite as temperaturas mais frias, como o período de maio a julho, especialmente pouco antes e depois da floração. Se a planta é adubada nesse período, pode perder os botões florais. Uma vez que tenham aparecido os frutos, o processo pode recomeçar.

Dicas rápidas e curiosas

  • Na hora de plantar, misture terra vegetal com a do jardim e adube com 20 a 30 cm de profundidade

– Folhas de chá que ficam no fundo da chaleira podem ser borrifadas em plantas de vaso, fornecendo doses de oligoelementos (microminerais);

– Pregos, parafusos e outros artefatos ferrosos, quando colocados na terra, liberam óxido de ferro, que é de grande utilidade para as plantas;

– Casca de ovo é ótimo para orquídeas. Basta colocá-las em uma garrafa, acrescentar água e regar a planta com a mistura;

– Água de aquário ou de jarras que contiveram flores e cinzas de lareiras são ricas em potássio e fósforo;

– Tabaco é um dos melhores adubos para roseiras. Deixe na água por oito dias, coe e regue a planta;

– Farinha de osso é bom para plantas em época da floração;

– Pequenas quantidades de vinho favorecem o crescimento das plantas.


Fontes: 
Gigi Botelho (Paisagista), Murilo Cesar Starke da Cunha (Mestre em Adubação de Culturas pela UNESP de Ilha Solteira), Rafaela Antunes (Arquiteta da RMA Arquitetura & Interiores), Rhuanito Soranz Ferrarezi (Engenheiro Agrônomo)

novembro 11, 2011 Posted by | Dicas | , , | Deixe um comentário

A mensagem contida num logotipo

A arte de fazer um logo é expressar suas idéias, valores, produtos, etc, nas menores linhas possíveis, usando sempre cores simples. Veja abaixo alguns exemplos de logos que souberam passar uma ou mais idéias em simples linhas.

Começando com o clássico logo do Carrefour, que depois de muitas teorias sobre saci azul, alienígena de gorro e gorda de biquíni, vemos que é um simples C vazado.

Parece só o nome da empresa escrito de forma estilosa, mas o VA na verdade significa o sinal analógico e o IO significa a linguagem binária dos computadores

Reparem na seta entre o E e o X. Velocidade.

A seta amarela não é só um sorriso, sugere que na Amazon você acha tudo de A a Z.

Clássico sempre dá as caras aos domingos, o espaço entre o F e as linhas de velocidade que formam o 1 forma outro 1.

Empresa de pneus, reparem no CO que formam seu produto.

Famoso chocolate. Repare no urso que o alpe suíço forma.

As penas coloridas do logo da emissora americana representam seus 6 departamentos, a cabeça do pavão representa o telespectador.

Site para compra de fonts, reparem que o My formam uma mão.

Marca genérica de Doritos, reparem nos dois Ts alegres e o molho entre eles.

O balançar na tacada de golf forma a cabeleira dos elmos dos guerreiros e seu corpo forma o rosto do mesmo.

Joalheira novaiorquina chamada Snooty Peacock, reparem no pavão formado pelo rosto da mulher

Empresa de avião que tem em seu logo uma seta apontando para… o noroeste.

O logo da ONG em prol da África tem à primeira vista só o mapa do continente,

mas depois percebe-se uma criança e uma mulher se olhando.

Families é uma revista familiar do grupo Reader’s Digest, as letras ILI formam membros da família,

O espaço entre a perna e o braço tem o formato do mapa da Austrália.

Elettro Domestici é uma empresa de eletrodomésticos e eletrônicos britânica, além de formar suas inicias, o logo também forma uma tomada.

O logo do zoológico do Bronx tem as pernas das girafas formando seus prédios, natureza no meio da cidade.

Sorveteria americana que em seu logo faz referencia aos seus 31 sabores disponíveis.

Companhia área que tem entre suas letras, o desenho de uma avião.

Empresa de consultoria chamada E2. Simples.

 

outubro 31, 2011 Posted by | bobagens, Dicas | , , , , | Deixe um comentário

As principais habilidades de TI para 2012

Fonte: TechRepublic
Por Toni Bowers
Traduzida e versionada por Paulino R. e Silva 

A última pesquisa da Computerworld indica as nove habilidades de TI que serão mais requisitadas em 2012.

 Quase 29% dos 353 executivos de TI que foram entrevistados pela pesquisa de projeção anual da Computerword disseram que planejam aumentar o pessoal de TI no próximo ano. (isto é 23% superior ao levantamento de 2010 e 20% superior à pesquisa de 2009).

Aqui estão as habilidades que os executivos irão procurar para as próximas contratações:

  • Programação e Desenvolvimento de Aplicações  61% planejam contratar estas habilidades nos próximos 12 meses, número 44% superior à avaliação de 2010. Isto cobre a gama de desenvolvimento de websites até, atualização de sistemas internos e reunião de necessidades de usuários móveis. 
  • Gerenciamento de Projetos (mas com uma observação)  – A observação é que não se procura apenas pessoas que podem supervisionar e monitorar projetos. Também são procurados profissionais que também possam identificar as necessidades dos usuários e traduzi-las para o pessoal de TI e para os cada vez mais populares Analistas de Negócios
  • Help Desk/ e o Suporte Tecnico a Sistemas Operacionais Móveis acrescentaram uma nova dimensão ao help desk e suporte técnico
  • Networking – Essa demanda está sendo abastecida parcialmente pela virtualização e projetos de computação em nuvem. A pesquisa também revelou que os executivos irão procurar pessoas com experiência em VMware e Citrix.
  • Business Intelligence ‘B.I’ – A Computerworld interpreta este aumento como uma mudança de foco, para redução de custos para investimento em TI, em muitas empresas. Seria muito bom se esta tendência tomasse outros caminhos.
  • Virtualização de Data-Centers e Clouding deverão estar atrás do aumento de necessidades por profissionais de TI com experiência em operações e integração de sistemas.
  • Web 2.0 – habilidades técnicas centradas em mídia social e derivados vão gerar demanda, com .Net, AJAX e PHP como chaves para as habilidades back-end e com HTML, XML, CSS, Flash e Javascript, dentre outras, para o front-end. 

  • Networking – Essa demanda está sendo abastecida parcialmente pela virtualização e projetos de computação em nuvem. A pesquisa também revelou que os executivos irão procurar pessoas com experiência em VMware e Citrix.
  • Segurança – Pelo menos para 32% dos entrevistados no questionário de 2010, a segurança constituiu a principal preocupação dos executivos de TI.
  • Telecomunicações – A pesquisa indica a demanda por pessoas com habilidades em telefonia IP, e para aqueles familiarizados com o sistema de call center Cisco IPCC.

Estatísticas Emprego e Oportunidades

outubro 27, 2011 Posted by | Dicas | , | Deixe um comentário

Semana Global do Empreendedorismo, em Curitiba/PR

onte: Blog de Projetos

Na próxima semana começa a Semana Global do Empreendedorismo, em Curitiba/PR.

O evento irá de 17 a 19 de novembro e está sendo organizado pela Incubadora de Empresas do ISAE/FGV.

Com diversas atividades e oportunidades de negócio, oportunidades de captação de investimentos e divulgação de produtos e serviços inovadores, é uma excelente oportunidade para os mais diversos segmentos de empresas.

O evento é aberto e tem vagas limitadas… Ainda dá tempo de fazer a inscrição e participar. Contatos através deste email. Abaixo o cartaz de divulgação do evento.


novembro 8, 2010 Posted by | Dicas, Notícia | Deixe um comentário

Programmer 101: Teach Yourself How to Code

fonte: Lifehacker

You’ve always wanted to learn how to build software yourself—or just whip up an occasional script—but never knew where to start. Luckily, the web is full of free resources that can turn you into a programmer in no time.

Since the invention of the internet, programmers have been using it to discuss software development techniques, publish tutorials, and share code samples for others to learn from and use online. If you’re curious about how to become a programmer, you can get off to a running start using tons of great free web-based tutorials and resources.

First Things First: Don’t Get Hung Up on Choosing a Language

A common pitfall for beginners is getting stuck figuring out which programming language is best to learn first. There are a lot of opinions out there, but there’s no one “best” language. Here’s the thing: In the end, language doesn’t matter THAT much. Understanding data and control structures and design patterns does matter very much. Every language—even a simple scripting language—will have elements that you’ll use in other languages as well and will help you learn. In classes I took to get my degree in Computer Science, I programmed in Pascal, Assembly, and C—languages I never actually got paid to program in professionally. I taught myself every language I’ve used in my career, reusing concepts I already knew, and referring to documentation and books to learn its syntax. So, don’t get hung up on what language to learn first. Pick the kind of development you want to do, and just get started using one that works.

There are several different kinds of software development you can do for various platforms, from the web to your desktop to your smartphone to a command line. In this article, we’ll outline some of our favorite starter tutorials and resources for teaching yourself how to program for each major platform. We’re going to assume you’re a savvy user, but a newb when it comes to wrangling code snippets, so we’ll keep things at the beginner level. Even just following through a beginner programming tutorial, you’ll be happy to see how far you can get.

Desktop Scripting

The easiest way to try your hand at programming for your Windows or Mac desktop is to start with a scripting or macro program like AutoHotkey (for Windows) or Automator (for Mac). Right now hardcore coders throughout the Lifehacker readership are yelling at their monitors, saying that AHK or AppleScript are not “real” programming. That may be true—technically these types of tools just do high-level scripting. But for those new to programming who just want to get their feet wet, automating actions on their desktop, these free tools are a fantastic way to start—and you’d be surprised at how much you can do with them.

For example, Adam developed the standalone Windows application we all know and love, Texter, using AutoHotkey, so this scripting language is capable of far more than just small-scale automation projects. To get started with AutoHotkey, check out Adam’s tutorial on how to turn any action into a keyboard shortcut using AutoHotkey. (Then, check out the source code for Texter to see the innards of a full-fledged AHK-based Windows application.)

Web Development

Instead of being bound to specific programming languages and the look and feel of a particular operating system, you can put your killer application in the browser and run it in the cloud, as a webapp. Welcome to the wonderful world of web development.

HTML and CSS: The first thing you need to know to build any web site is HTML (the page markup that makes up web pages) and CSS (the style information that makes that markup look pretty). HTML and CSS are not true programming languages—they’re just page structure and style information. However, you should be able to author simple HTML and CSS by hand before you begin building web applications, because a web page is the frontend to every webapp. This HTML tutorial is a good place to start.

JavaScript: Now that you can lay out a static web page with HTML and CSS, things get fun—because it’s time to learn JavaScript. JavaScript is the programming language of the web browser, the magic that makes dynamic in-page effects go. JavaScript is also the stuff of bookmarklets, Greasemonkey user scripts, and Ajax, so it’s the key to making all sorts of web goodies. Start learning JavaScript here.

Server-side scripting: Once you’re good at making things happen inside a web page, you’re going to need to put some dynamic server action behind it—and for that, you’ll need to move into a server-side scripting language, like PHP, Python, Perl, or Ruby. For example, to make a web-based contact form that sends an email somewhere based on what a user entered, a server-side script is required. Scripting languages like PHP can talk to a database on your web server as well, so if you want to make a site where users can log in and store information, that’s the way to go. Excellent web development site Webmonkey is full of tutorials for various web programming languages. See their PHP Tutorial for Beginners. When you’re ready, check out how to use PHP to talk to a database inWebMonkey’s PHP and MySQL tutorial. PHP’s online documentation and function reference is the best on the web. Each entry (like this one on the strlen function) includes user comments at the bottom which are often as helpful as the documentation itself. (I happen to be partial to PHP, but there are plenty of other server-side scripting languages you might decide to go with instead.)

Web frameworks: Over the years, web developers have had to solve and resolve the same problems and rewrite similar code to build dynamic web sites. To avoid making everyone reinvent the wheel for every new web development project, some programmers have come up with development frameworks that do some repetitive work for you. The popular Ruby on Rails framework, for example, takes the Ruby programming language and offers a web-specific structure for getting common web application tasks done. In fact, Adam used Rails to build his first serious (and impressive!) web application, MixTape.me. Here’s his take on how to build a web site from scratch with no experience. Other popular web development frameworks include CakePHP (for PHP programmers), Django (for Python programmers), and jQuery(for JavaScript).

Web APIs: An API (Application programming interface) is a programmatic way for different pieces of software to talk to one another. For example, if you want to put a dynamic map on your web site, you want to use a Google Map instead of building your own custom map. The Google Maps API makes it easy to programmatically include a map in a page with JavaScript. Almost every modern web service you know and love has an API that lets you include data and widgets from it in your application, like Twitter, Facebook, Google Docs, Google Maps, and the list goes on. Integrating other webapps into your web application via API’s is the final frontier of rich web development. Every good, major web service API offers thorough documentation and some sort of quick start guide to try it out (here’s Twitter’s, for example). Go crazy.

Command Line Scripting

If you want to write a program that takes textual or file input and outputs something useful, the command line is the right place to do it. While the command line isn’t as sexy or good-looking as a webapp or desktop app, for rapid development of quick scripts that automate processes, you can’t beat it.

Several scripting languages that work on a Linux-based web server also work at the command line, like Perl, Python, and PHP—so learning one of those baddies makes you conversant in two contexts. My path never took me too far down the Perl road, but I taught myself Python using the excellent and free online book, Dive into Python.

If becoming a Unix ninja is one of your programmer goals, you absolutely must get good at shell scripting with bash. Bash is the command line scripting language of a *nix environment, and it can do everything from help you set up automated backups of your database and files to building out a full-fledged application with user interaction. Without any experience writing bash scripts beyond a dozen lines, I wound up developing a full-on personal to-do list manager in bash, Todo.txt CLI.

Add-ons

Nowadays, modern webapps and browsers are extensible with with bits of software that bolt onto them and add features. Add-on development is gaining in popularity as more developers look at existing software, like Firefox or WordPress, and think “But if only it could do THIS…”

You can do a whole lot in any web browser with just a mastery of HTML, JavaScript, and CSS. Bookmarklets, Greasemonkey user scripts, and Stylish user styles are created with the same bits of code that make regular web pages, so they’re worth learning even if you just want to tweak an existing site with a small snippet of code.

More advanced browser add-ons, like Firefox extensions, let you do more. Developing Firefox extensions, for example, requires that you’re conversant in JavaScript and XML (markup that’s similar to HTML, but way more strict in format). Back in 2007 I ran down how to build a Firefox extension, a skill I picked up after I stumbled upon a free tutorial.

Many free and well-loved web applications offer an extension framework as well, like WordPress and MediaWiki. Both of those apps are written in PHP, so comfort with PHP is a prerequisite for getting started. Here’s how to write a plug-in for WordPress. Developers who want to ride the cutting edge of Google Wave can get started writing gadgets and bots in HTML, JavaScript, Java, and Python. I wrote my first Wave bot following this quick start tutorial in one afternoon.

Web Development for the Desktop

The best part about getting started programming in one context is when you can take those skills and apply them elsewhere. Learning web development first is a great way to start because now there are ways to put those skills to work on desktop applications, too. For example, Adobe AIR is a cross-platform run-time environment that lets you build your app once and release it to run on the desktop for every operating system AIR runs on. AIR apps are written in HTML, Flash, or Flex, so it lets you apply your web development skills in a desktop context. AIR is a great option for deploying desktop apps like one of our top 10 apps worth installing Adobe AIR for.

Mobile App Development

Mobile applications like the ones you run on your iPhone or Android smartphone are all the rage right now, so you may have dreams of striking it rich in the iTunes App Store with the next killer app. However, for the new coder, diving headfirst into mobile development can be a rough learning curve, since it requires comfort with advanced programming languages like Java and Objective C. However, it’s worth checking out what iPhone and Android development looks like. Check out this simple iPhone application development example to get a taste of what iPhone developers do. Android apps are written in Java, and here’s afriendly video tutorial of what building a “Hello Android” application workflow looks like.

Patience, Elbow Grease, Trial and Error

Good coders are a special breed of persistent problem-solvers who are addicted to the small victories that come along a long path of trial and error. Learning how to program is very rewarding, but it can also be a frustrating and solitary experience. If you can, get a buddy to work with you along the way. Getting really good at programming, like anything else, is a matter of sticking with it, trying things out, and getting experience as you go.

This article is just one self-taught programmer’s top-of-mind recommendations for beginners. Experienced programmers: What did I miss? No matter your skill level, add your thoughts and recommendations for beginners to the comments.

Gina Trapani, Lifehacker’s founding editor, thinks the best programmers are self-taught. Her weekly feature, Smarterware, appears every Wednesday on Lifehacker. Subscribe to theSmarterware tag feed to get new installments in your newsreader.

Send an email to Gina Trapani, the author of this post, at gina@lifehacker.com.

novembro 14, 2009 Posted by | Dicas, Ferramentas, Programação, Tecnologia, Tips | Deixe um comentário

Crie um um pendrive usb iniciável com o Windows XP

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abril 30, 2008 Posted by | Dicas, Ferramentas, Tecnologia, Tips | Deixe um comentário