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junho 24, 2007 Posted by | Dicas, Direito & T.I., Ferramentas, Tecnologia, Tips | Deixe um comentário

Como o olho humano

fonte: forensedigital


Empresa mineira apresenta tecnologia inédita no país para investigação de imagens
Silas Scalioni

Fotos: reprodução/LTU Image Seeker

materia01.jpg

A tela mostra o resultado de uma busca com a solução: havia uma imagem original que precisava ser encontrada dentro do HD apreendido. O programa conseguiu localizar oito variações da imagem, independentemente das distorções que o suspeito usou para tentar escondê-la

Uma nova lacuna na investigação e solução de crimes digitais no Brasil começou a ser preenchida por intermédio da TechBiz Forense Digital, empresa do grupo mineiro TechBiz, que domina uma tecnologia, inédita no país, para análise de imagens encontradas em aparatos eletrônicos suspeitos. Isso, graças à parceria exclusiva firmada pela Techbiz, única empresa de forense digital do Brasil, com a LTU Technologies, grupo franco-americano criado por cientistas dos dois países, especializado em soluções de pesquisa e reconhecimento de imagens.

“Quando o assunto é crime cibernético, as novas soluções que a TechBiz passa a oferecer no Brasil, que são versões do programa LTU Image Seeker, desenvolvido pela LTU Technologies, são fundamentais para investigar uma série de ações ilícitas que dão dor de cabeça às forças policiais e corporações mundiais, como exploração sexual de menores e o roubo de propriedade intelectual”, afirma Renato Maia, diretor técnico da TechBiz Forense Digital. Para ele, numa época em que os recursos tecnológicos permitem alterar fotos com facilidade, essa nova ferramenta é um importante aliado para o investigador que precisa encontrar uma imagem específica em um hardware, mesmo que ele tenha sido modificado pelo criminoso.

Segundo ele, sem poder contar com essa tecnologia, um investigador, ao necessitar encontrar uma figura em um ou mais discos rígidos, precisará calcular o seu hash, ou seja, um código identificador (como uma impressão digital, calculada por algoritmos específicos), e compará-lo com o de todos os arquivos em uma máquina suspeita. Entretanto, se o arquivo sofre uma alteração, por menor que seja (é rasurado, muda de cor ou é invertido), o hash também se modifica, e o identificador passa a não bater mais. “O Image Seeker, por sua vez, consegue distinguir fotos alteradas, clonadas e até similares. Por meio de complexos cálculos envolvendo aspectos variados, como textura, cor, luz e configuração espacial, o programa cria o que chamamos de um DNA da imagem. Caso ela seja alterada, esse DNA sofre poucas alterações e o software consegue identificá-la na máquina, criando alertas sobre probabilidades de ser o arquivo procurado”, explica.

FUNCIONAMENTO Na prática, de acordo com o diretor técnico, o que o Image Seeker faz é, basicamente, copiar o sistema visual humano. A retina, por exemplo, é formada por milhões de células sensíveis à luz, que produzem efeitos similares aos pixels. Essas informações não são enviadas diretamente para o cérebro para a análise e reconhecimento, já que uma complexa rede de sinapses (que são junções formadas por células nervosas onde o terminal pré-sináptico de uma faz contato com a membrana pós-sinaptica de outra) transforma esses milhões de células de informações em um pacote reduzido de dados, transportados por milhares de nervos visuais, um número tão grande como as dimensões do DNA desenvolvido pela LTU. “Na ferramenta, a retina e o os nervos visuais poderiam ser comparados, então, ao módulo DNA, e o cérebro, aos módulos de recuperação e reconhecimento”, compara Renato Maia.

Ele ressalta que essas soluções foram criadas por cientistas especializados no assunto, uma vez que a LTU é uma empresa focada exclusivamente em processamento digital de imagens, fundada por doutores do MIT Media Lab, Oxford University e da INRIA (French National Institute for Research in Computer Science and Control). Segundo ele, a mesma tecnologia foi apresentada em Las Vegas (Estados Unidos) pelo vice-presidente de vendas da LTU, Kevin Smith, no Computer and Enterprise Investigations Conference (CEIC 2007). “A empresa mostrou no encontro as técnicas usadas para mascarar imagens e o que os softwares criados podem fazer nesse campo. Uma imagem pode valer mais do que mil palavras, mas em um mundo de fotografias high-tech e de manipulações digitais, não é fácil saber quando essas palavras são mentirosas”, completa. Os preços do produto variam de acordo com os projetos específicos traçados pela empresa para cada cliente. Contatos devem ser feitos por meio do site www.techbiz.com.br

junho 12, 2007 Posted by | Direito, Direito & T.I., Tecnologia | Deixe um comentário

Blog de juiz afirma: Bloqueio do Sitio do YouTube pela Brasil Telecom é Ilegal

“Ocorre que o contrato mantido entre a Brasil Telecom e seus assinantes prevê o acesso à Internet com uma velocidade tal, sem referir a possibilidade de qualquer bloqueio unilateralmente definido por ela. A inobservância por parte da operadora do contrato se constitui violação, podendo o usuário se valer dos meios legais para exigir o seu cumprimento, ou solicitar um abatimento proporcional na forma do art. 18, § 1º, III, do Código de Defesa do Consumidor, sendo de se destacar que, pela natureza do serviço, que é imediato (o usuário não pode esperar por trinta dias para assistir um vídeo que lhe interessa no momento), pode-se invocar o contido no § 3º do mesmo dispositivo legal, que determina que sejam tomadas de imediato às providências definidas em lei.”

Via: http://direitoetrabalho.blogspot.com/2007/01/bloqueio-do-sitio-do-youtube-pela.html

janeiro 9, 2007 Posted by | Direito & T.I. | Deixe um comentário

Advogado defende mudança em leis para punir cibercrimes

fonte: Agência de Notícias da Câmara Federal
18/10/2006

O programa “Palavra de Especialista” levado ao ar hoje pela Rádio Câmara ouviu o advogado Omar Kaminski, diretor de internet do Instituto Brasileiro de Direito da Informática. Ele defende ajustes nas leis penais para punir crimes cometidos por meio da internet.

Kaminski ressalta que é difícil conseguir provas e capturar os criminosos, já que, na maioria das vezes, são hackers (piratas de computador) profissionais. “Eles escondem os rastros”, destaca.

Ouça o programa

outubro 18, 2006 Posted by | Direito & T.I., Notícia, Reportagem | Deixe um comentário