Paul´s Blog

Informações Inúteis do dia-a-dia

Uso intensivo de processador no Mac Book Air – No calor seu Mac pode virar um PC

Recentemente percebi que o uso do processador do meu MacBook Air – processo ” Kernel_Task ” – estava acima dos 100%, chegando a 150% do uso da máquina. O resultado é que ficava impossível usar qualquer aplicativo no computador.

Ocorre que estamos entrando no verão (ontem estava 31º C) e também percebi que a máquina estava extremamente quente. Observe-se que em virtude do tamanho reduzido a ventoinha de resfriamento da mac air é bastante pequena, existe pouco espaço para dissipar o calor e quase nenhuma entrada de ar no aparelho. 

Também é fato que os computadores (principalmente laptops) da Apple esquentam bastante mais que os PC’s, por uma série de razões. BINGO!! Descobri o problema da lentidão e uso extremo do processador no meu MacBook Air… Fui na geladeira, coloquei alguns cubos de gelo em um saco plástico, fechei bem e coloquei embaixo da máquina para testar minha teoria: Assim que o computador esfriou o uso de processamento do ‘kernel_task’ caiu para 5% (!!!).

A pergunta é: O que acontece?

Simples: O ‘kernel_task’ é responsável, entre outras coisas, pelo gerenciamento do processador no Mac… No caso de aquecimento extremo, por segurança (para evitar a queima do processador) , ele corta metade da velocidade do clock para que o computador esfrie. O desempenho do Mac Air cai de 1.67Ghz para 800Mhz… Mas isto não é tudo: Se ainda assim a máquina continuar quente (e isto ocorre com bastante frequencia) o ‘kernel_task’ irá inserir ‘pausas’ no processador para forçar o esfriamento e evitar que a máquina queime. 

O resultado é um monte de intervenções prioritárias no kernel da máquina (com um alternar constante de 1.67ghz para 800mhz ou inserção de pausas no processador), diminuição de velocidade e desempenho reduzido. Ou seja, no calor do inferno seu Mac vira um PC.

Como resolver o problema?

Se você não pode ir para a Islândia ou colocar sua máquina do lado do ar-condicionado, seguem algumas dicas simples:

1) Evite trabalhar com seu computador em superfícies de tecido (sofás, camas, etc). Se o fizer lembre de deixar um espaço embaixo do computador para entrada de ar (sim, parece incrível, mas a entrada da ar do MacBook air é embaixo do aparelho);

2) Evite o uso do Flash (não era balela do Jobs, não: O Flash acessa o processador de maneira desproporcional, aumenta o uso da CPU e esquenta ainda mais o aparelho… Esta é uma das razões pelas quais diminuí o tempo da bateria). O uso de um aplicativo para controlar e/ou desligar o Flash é interessante… Vale a pena dar uma olhada no FlashFrozen.

3) Considere instalar um gerenciador para aumentar a velocidade da ventoinha de resfriamento de sua máquina… O smcFanControl é a melhor alternativa que encontrei disponível.

4) Faça como eu e coloque seu computador em cima de cubinhos de gelo.


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dezembro 21, 2011 Posted by | Dicas, Tecnologia | , , , , | Deixe um comentário

Como personalizar uma página de Blog no WordPress

Fonte: Blog Negócios na Net

Muitas vezes é conveniente dar um aspecto diferente do template original a uma página em concreto do WordPress. Isso é possível fazer de uma maneira fácil, havendo dois caminhos para realizar essa tarefa: um simplesmente “linkando” a uma página externa, mesmo sem ser em PHP, desenvolvida totalmente fora do “look” do template principal e descartando os respectivos plugins e widgets, outra apenas mexendo – “customizando” – o aspecto do template em utilização, mantendo as suas principais características e funcionalidades.

Páginas Personalizada

 


Ligar a Página Exterior

Para esta alternativa bastará que tenha disponível uma página feita e colocada em qualquer lado, seja em HTML ou PHP. Apenas terá que acrescentar ao “header” do seu template –  que em princípio é o sítio onde se encontram os menus de ligação às diferentes páginas do seu site – a ligação em causa. As hipóteses de organização dos menus e as suas configurações são muito e variáveis, mas certamente irá encontrar qualquer instrução para exibir páginas do tipo:

 

<?php wp_list_pages(‘title_li=’); ?>

 

Esta instrução com toda a probabilidade está arrumada junto a uma rotina de criação de lista, como a que segue:

 

<ul id=”navlist”>
<?php if (is_home()): ?>
<li><a href=”<?php echo get_settings(‘siteurl’);?>”>Home</a></li>
<?php else : ?>
<li><a href=”<?php echo get_settings(‘siteurl’);?>”>Home</a></li>
<?php endif; ?>
<?php wp_list_pages(‘title_li=’); ?>
<li><a href=”http://paginaexterior.com/&rdquo; title=”A minha página fora do WordPress”> Página</a></li>
</ul>

 

Bastará assim introduzir na lista o link para a sua página personalizada que ela passará a constar do menu geral do seu Blog.

 

Criando um template personalizado

Outra solução será, dentro do próprio WordPress, criar um template personalizado para a página que deseja alterar. Para isto bastará realizar os seguintes passos:

1. Copiar o ficheiro page.php ou single.php para outro a que chamará por exemplo landing.php(vamos imaginar que quer fazer uma “landing page” personalizada);

2. Edite esse ficheiro e altere-o de maneira a que o WordPress o possa identificar como um template, junto à instrução que invoca o “header”:

 

<?php
/**
Template Name: Landing */

get_header(); ?>

3. Ao criar agora uma nova página no WordPress vai-lhe passar a aparecer  no menu “Modelo” do quadro de Atributos o novo que acabou de criar (“Landing”).


Área de criação de Páginas do WordPress

Quadro de criação de Páginas do WordPress

 

E é tudo! É claro que a imaginação é o limite para aquilo que quiser fazer dentro do novo “template”. Como deve saber o mesmo é normalmente composto, no mínimo, por quatro secções:

 Header
 Body (index.php ou home.php)
Sidebar
 Footer

A – ou as – Sidebar  (barra lateral)  costuma conter no WordPress uma série de informações úteis provenientes de “widgets”, publicidade, etc. Poderá mantê-la no seu template personalizado, embora possa incluir nela uma instrução que a “obrigue” a comportar-se de maneira diferente quando for exibida na página para a qual criou o novo template. Por exemplo:

<?php if(is_page(’507′)) { ?>
<!– Aqui a minha rotina personalizada –>
<?php }?>

Assim parte do código só será executado quando a página em questão estiver a ser exibida.

O WordPress, embora possa parecer para as pessoas ainda pouco familiarizadas com ele pouco flexível é na verdade uma ferramenta muito versátil que permite um grau muito elevado de parametrização, sendo possível fazer dele (quase) tudo aquilo que queremos, personalizando-o de acordo com as necessidades de cada um.

novembro 18, 2011 Posted by | Dicas, Tecnologia | , , , | Deixe um comentário

Filtrar resultados no WordPress com PHP

fonte: Blog Negócios na Net

O WordPress é uma ferramenta do tipo CMS, extremamente versátil e poderoso na sua capacidade de armazenar e exibir resultados provenientes da produção dinâmica de informação. É assim possível customizar, através dos filtros adequados, aquilo que é mostrado. No entanto a “Home Page”, sendo a “rosto” do site, pode recorrer a algumas rotinas extra em PHP que levam um pouco mais além essa tarefa de se conseguir que o WordPress mostre esse “rosto” de uma maneira totalmente única e personalizada, diferente das demais páginas.

Isto seja no que respeita aos conteúdos,  ou seja no que respeita à forma (“layout”) visto que, em conjugação com as “folhas de estilo”, é possível alterar o aspecto gráfico, fora e dentro da “home page”, consoante as conveniências, criando assim um site de “geometria variável”.

 

Customizar a Home do WordPress

Personalizar

 

Começo por referir que é de todo interesse pôr o PHP a trabalhar no computador de casa para esta tarefa, com os servidores adequados e cuja instalação já explicamos noutro artigo; tarefa simples e de fácil execução e muito importante para evitar fazer “crashar” o site quando este está online. Partindo do princípio que isto já está feito, aqui seguem as ideias.

 

1. Tirar partido das meta keys

As “meta keys” estão disponíveis nos campos personalizados de cada “post”. Podemos criar as “meta keys” que quisermos, passando estas a constituir um elemento adicional na filtragem da informação produzida pelo blog. Vamos então criar uma “meta key” chamada pagina1; ela terá dois valores possíveis: 1 e zero (em branco). O valor “1″ significa que o “post” em questão será exibido na home page. Provavelmente, dependendo do template que estiver a usar, a exibição dos ficheiros da “home” fica por conta do ficheiro index.php. Assim neste iremos colocar esta rotina, antes dos artigos começarem a ser “descarregados”:


<?php if (is_home()) : ?>
<?php query_posts(‘meta_key=pagina1&meta_value=1′);  ?>
<?php if (have_posts()):  ?>
<? while (have_posts()) : the_post(); ?>
<a href=”<?php the_permalink(); ?>”><?php the_title(); ?></a>
<?php the_content(‘Continue a Ler’); ?>  <!– ou em alternativa <?php the_excerpt(); ?> –>
<?php endwhile; ?>
<?php endif; ?>
<?php endif; ?>


O que é feito em cima, então?  Se se estive na “home” (note que o ficheiro index.php pode ser usado para executar outras tarefas de exibição fora da “home page”  – donde o comando <?php if (is_home()) : ?> – o programa vai verificar se  o “post” tem a meta key “pagina1″ com o valor 1, sendo somente estes artigos exibidos.

 

Podemos, assim ir alterando a “flag” da meta keyna área de administração de modo a fazer variar os posts na página da frente do site.

Deste modo apenas  determinados artigos, independentemente da sua data, autor, “etiqueta” ou categoria, serão mostrados na página principal.


2. Usar o operador incremental

Suponhamos agora que se pretendia personalizar o “layout” da página principal, alterando-a no sentido de ela exibir determinadas opções extra, mostrar ou não mostrar publicidade, evidenciar determinadas categorias de artigos com elementos gráficos suplementares, etc.

Normalmente poderá realizar esta tarefa recorrendo aos “widgets” na barra lateral sem mexer no código. Mas se pretender alterar algo dentro da zona do “miolo” da página já as coisas não são assim tão fáceis, mas mesmo assim nada demais. Então vamos lá:

 

<?php query_posts(‘meta_key=pagina1&meta_value=1′);  ?>
<?php if (have_posts()): ?>
<?php $count = 0; ?>
<?php while (have_posts()) : the_post(); ?>
<?php $count++; ?>


Introduziu-se agora um novo elemento que foi
 pôr o PHP dentro do loop que procede à exibição dos posts a fazer uma contagem incremental dos mesmos através da instrução 
<?php $count++; ?>. De seguida:

<?php if ($count < 2) : ?>
<!– Se for depois do primeiro post faz o que vier a seguir –>
<?php else : ?>
<!– Exibe os outros posts depois do primeiro –>
<?php endif; ?>


No caso acima a seguir ao primeiro artigo “especial” da Página Um aparece uma área para colocação de o que quer que  seja “interrompendo” o loop de exibição dos “posts”
. De seguida o  mesmo continua normalmente a não ser que apareça um novo if($count xx) com  outro valor qualquer.

 

3. Recorrer a operadores lógicos

Note que o que  se disse atrás é válido para qualquer outro ficheiro, como por exemplo o do “header” (cabeçalho da página), sendo igualmente possível  alterar aqui uma série de elementos através das condições adequadas para que a “home page” do site seja exibida de uma forma personalizada (customizada) e diferente das demais páginas que o compõem.

Vamos então agora modificar o header.php para que ele também apresente um layout autónomo na “home” do nosso blog WordPress. Haveria muitas alternativas, claro, mas aqui vai um exemplo:

 

<?php if (!is_home()){ ?>
<div id=”tomenota_!h”> <!–  Caixa especial a aparecer fora da home  –>
<?php if ( !function_exists(‘dynamic_sidebar’) || !dynamic_sidebar(“topo”) ) : ?>
<?php endif; ?>
</div>
<?php } else { ?>
<!–  o que faz se estiver na home  –>
<?php } ?>

 

Nem imagina a quantidade enorme de coisas que estas 7 linhas de código podem fazer por si ;-) .

Assim, mais uma vez,  e neste caso se não estiver na “home page” – donde o !is_home() –  oPHP vai buscar ao ficheiro que contem as “stylesheets“  o selector “tomenota_!h” que produz um determinado “layout”, coloca uma imagem de fundo, enfim o que decidir,  no cabeçalho da página.

Em sequência abre aí uma área para  posicionar um “widget” (com o nome de “topo”) – sendo este próprio  formatado através das folhas de estilo1 – para, por exemplo, inserir um “banner publicitário” ou outra mensagem especial, neste caso, como se disse, apenas fora da “home page”.

Et voilà! Com estas três sugestões simples, usando um conhecimento mínimo de programação em PHP, é possível alterar o seu template de modo a dar à “home” um aspecto diferente das restantes páginas. Não se esqueça, en todo o caso, de fazer cópias de segurança dos ficheiros que quiser editar2, porque qualquer modificação mal feita (basta esquecer-se de uma chaveta…) vai “crashar” imediatamente o programa e isso não queremos que aconteça…

novembro 18, 2011 Posted by | Tecnologia | , , , | 2 Comentários

Programmer 101: Teach Yourself How to Code

fonte: Lifehacker

You’ve always wanted to learn how to build software yourself—or just whip up an occasional script—but never knew where to start. Luckily, the web is full of free resources that can turn you into a programmer in no time.

Since the invention of the internet, programmers have been using it to discuss software development techniques, publish tutorials, and share code samples for others to learn from and use online. If you’re curious about how to become a programmer, you can get off to a running start using tons of great free web-based tutorials and resources.

First Things First: Don’t Get Hung Up on Choosing a Language

A common pitfall for beginners is getting stuck figuring out which programming language is best to learn first. There are a lot of opinions out there, but there’s no one “best” language. Here’s the thing: In the end, language doesn’t matter THAT much. Understanding data and control structures and design patterns does matter very much. Every language—even a simple scripting language—will have elements that you’ll use in other languages as well and will help you learn. In classes I took to get my degree in Computer Science, I programmed in Pascal, Assembly, and C—languages I never actually got paid to program in professionally. I taught myself every language I’ve used in my career, reusing concepts I already knew, and referring to documentation and books to learn its syntax. So, don’t get hung up on what language to learn first. Pick the kind of development you want to do, and just get started using one that works.

There are several different kinds of software development you can do for various platforms, from the web to your desktop to your smartphone to a command line. In this article, we’ll outline some of our favorite starter tutorials and resources for teaching yourself how to program for each major platform. We’re going to assume you’re a savvy user, but a newb when it comes to wrangling code snippets, so we’ll keep things at the beginner level. Even just following through a beginner programming tutorial, you’ll be happy to see how far you can get.

Desktop Scripting

The easiest way to try your hand at programming for your Windows or Mac desktop is to start with a scripting or macro program like AutoHotkey (for Windows) or Automator (for Mac). Right now hardcore coders throughout the Lifehacker readership are yelling at their monitors, saying that AHK or AppleScript are not “real” programming. That may be true—technically these types of tools just do high-level scripting. But for those new to programming who just want to get their feet wet, automating actions on their desktop, these free tools are a fantastic way to start—and you’d be surprised at how much you can do with them.

For example, Adam developed the standalone Windows application we all know and love, Texter, using AutoHotkey, so this scripting language is capable of far more than just small-scale automation projects. To get started with AutoHotkey, check out Adam’s tutorial on how to turn any action into a keyboard shortcut using AutoHotkey. (Then, check out the source code for Texter to see the innards of a full-fledged AHK-based Windows application.)

Web Development

Instead of being bound to specific programming languages and the look and feel of a particular operating system, you can put your killer application in the browser and run it in the cloud, as a webapp. Welcome to the wonderful world of web development.

HTML and CSS: The first thing you need to know to build any web site is HTML (the page markup that makes up web pages) and CSS (the style information that makes that markup look pretty). HTML and CSS are not true programming languages—they’re just page structure and style information. However, you should be able to author simple HTML and CSS by hand before you begin building web applications, because a web page is the frontend to every webapp. This HTML tutorial is a good place to start.

JavaScript: Now that you can lay out a static web page with HTML and CSS, things get fun—because it’s time to learn JavaScript. JavaScript is the programming language of the web browser, the magic that makes dynamic in-page effects go. JavaScript is also the stuff of bookmarklets, Greasemonkey user scripts, and Ajax, so it’s the key to making all sorts of web goodies. Start learning JavaScript here.

Server-side scripting: Once you’re good at making things happen inside a web page, you’re going to need to put some dynamic server action behind it—and for that, you’ll need to move into a server-side scripting language, like PHP, Python, Perl, or Ruby. For example, to make a web-based contact form that sends an email somewhere based on what a user entered, a server-side script is required. Scripting languages like PHP can talk to a database on your web server as well, so if you want to make a site where users can log in and store information, that’s the way to go. Excellent web development site Webmonkey is full of tutorials for various web programming languages. See their PHP Tutorial for Beginners. When you’re ready, check out how to use PHP to talk to a database inWebMonkey’s PHP and MySQL tutorial. PHP’s online documentation and function reference is the best on the web. Each entry (like this one on the strlen function) includes user comments at the bottom which are often as helpful as the documentation itself. (I happen to be partial to PHP, but there are plenty of other server-side scripting languages you might decide to go with instead.)

Web frameworks: Over the years, web developers have had to solve and resolve the same problems and rewrite similar code to build dynamic web sites. To avoid making everyone reinvent the wheel for every new web development project, some programmers have come up with development frameworks that do some repetitive work for you. The popular Ruby on Rails framework, for example, takes the Ruby programming language and offers a web-specific structure for getting common web application tasks done. In fact, Adam used Rails to build his first serious (and impressive!) web application, MixTape.me. Here’s his take on how to build a web site from scratch with no experience. Other popular web development frameworks include CakePHP (for PHP programmers), Django (for Python programmers), and jQuery(for JavaScript).

Web APIs: An API (Application programming interface) is a programmatic way for different pieces of software to talk to one another. For example, if you want to put a dynamic map on your web site, you want to use a Google Map instead of building your own custom map. The Google Maps API makes it easy to programmatically include a map in a page with JavaScript. Almost every modern web service you know and love has an API that lets you include data and widgets from it in your application, like Twitter, Facebook, Google Docs, Google Maps, and the list goes on. Integrating other webapps into your web application via API’s is the final frontier of rich web development. Every good, major web service API offers thorough documentation and some sort of quick start guide to try it out (here’s Twitter’s, for example). Go crazy.

Command Line Scripting

If you want to write a program that takes textual or file input and outputs something useful, the command line is the right place to do it. While the command line isn’t as sexy or good-looking as a webapp or desktop app, for rapid development of quick scripts that automate processes, you can’t beat it.

Several scripting languages that work on a Linux-based web server also work at the command line, like Perl, Python, and PHP—so learning one of those baddies makes you conversant in two contexts. My path never took me too far down the Perl road, but I taught myself Python using the excellent and free online book, Dive into Python.

If becoming a Unix ninja is one of your programmer goals, you absolutely must get good at shell scripting with bash. Bash is the command line scripting language of a *nix environment, and it can do everything from help you set up automated backups of your database and files to building out a full-fledged application with user interaction. Without any experience writing bash scripts beyond a dozen lines, I wound up developing a full-on personal to-do list manager in bash, Todo.txt CLI.

Add-ons

Nowadays, modern webapps and browsers are extensible with with bits of software that bolt onto them and add features. Add-on development is gaining in popularity as more developers look at existing software, like Firefox or WordPress, and think “But if only it could do THIS…”

You can do a whole lot in any web browser with just a mastery of HTML, JavaScript, and CSS. Bookmarklets, Greasemonkey user scripts, and Stylish user styles are created with the same bits of code that make regular web pages, so they’re worth learning even if you just want to tweak an existing site with a small snippet of code.

More advanced browser add-ons, like Firefox extensions, let you do more. Developing Firefox extensions, for example, requires that you’re conversant in JavaScript and XML (markup that’s similar to HTML, but way more strict in format). Back in 2007 I ran down how to build a Firefox extension, a skill I picked up after I stumbled upon a free tutorial.

Many free and well-loved web applications offer an extension framework as well, like WordPress and MediaWiki. Both of those apps are written in PHP, so comfort with PHP is a prerequisite for getting started. Here’s how to write a plug-in for WordPress. Developers who want to ride the cutting edge of Google Wave can get started writing gadgets and bots in HTML, JavaScript, Java, and Python. I wrote my first Wave bot following this quick start tutorial in one afternoon.

Web Development for the Desktop

The best part about getting started programming in one context is when you can take those skills and apply them elsewhere. Learning web development first is a great way to start because now there are ways to put those skills to work on desktop applications, too. For example, Adobe AIR is a cross-platform run-time environment that lets you build your app once and release it to run on the desktop for every operating system AIR runs on. AIR apps are written in HTML, Flash, or Flex, so it lets you apply your web development skills in a desktop context. AIR is a great option for deploying desktop apps like one of our top 10 apps worth installing Adobe AIR for.

Mobile App Development

Mobile applications like the ones you run on your iPhone or Android smartphone are all the rage right now, so you may have dreams of striking it rich in the iTunes App Store with the next killer app. However, for the new coder, diving headfirst into mobile development can be a rough learning curve, since it requires comfort with advanced programming languages like Java and Objective C. However, it’s worth checking out what iPhone and Android development looks like. Check out this simple iPhone application development example to get a taste of what iPhone developers do. Android apps are written in Java, and here’s afriendly video tutorial of what building a “Hello Android” application workflow looks like.

Patience, Elbow Grease, Trial and Error

Good coders are a special breed of persistent problem-solvers who are addicted to the small victories that come along a long path of trial and error. Learning how to program is very rewarding, but it can also be a frustrating and solitary experience. If you can, get a buddy to work with you along the way. Getting really good at programming, like anything else, is a matter of sticking with it, trying things out, and getting experience as you go.

This article is just one self-taught programmer’s top-of-mind recommendations for beginners. Experienced programmers: What did I miss? No matter your skill level, add your thoughts and recommendations for beginners to the comments.

Gina Trapani, Lifehacker’s founding editor, thinks the best programmers are self-taught. Her weekly feature, Smarterware, appears every Wednesday on Lifehacker. Subscribe to theSmarterware tag feed to get new installments in your newsreader.

Send an email to Gina Trapani, the author of this post, at gina@lifehacker.com.

novembro 14, 2009 Posted by | Dicas, Ferramentas, Programação, Tecnologia, Tips | Deixe um comentário

Crie um um pendrive usb iniciável com o Windows XP

http://blogs.techrepublic.com.com/itdojo/?p=108?tag=nl.e099.dl043008&amp;tag=nl.e099

abril 30, 2008 Posted by | Dicas, Ferramentas, Tecnologia, Tips | Deixe um comentário

Microsoft lança Silverlight para competir com o Flash da Adobe


Microsoft Silverlight é a mais nova tecnologia para navegadores e plugins da nova geração. Desenvolvido para competir com o todo-poderoso Flash, da Adobe, Silverlight oferece uma nova experiência para aplicativos ricos e interativos na internet.

Através
deste plugin é possível visualizar animações, vídeos e aplicativos
produzidos nesta plataforma, a qual tem como proposta arrebatar grande
percentual de usuários da internet, tornando-se indispensável para
visualização de vídeos e websites, assim como é o Flash atualmente.

Esteja preparado para o futuro

As
notícias também são boas para os desenvolvedores, visto que a inovação
suporta diversas linguagens de programação, incluindo AJAX, C#, Python,
Ruby e Visual Basic. Além disso, o Silverlight se integra a outras
aplicações web. Portanto, é de se esperar que existam utilidades
interessantes no futuro.

Se você ainda não acessou nenhum site
que exija tal tecnologia, não se surpreenda, pois Silverlight é novo e
ainda está em fase de testes. Porém, gigantes do entretenimento como a
Twentieth Century Fox já estão testando trailers de filmes nesta
tecnologia.

O maior destaque fica por conta da transmissão de
vídeos, que utiliza o codec VC-1 para fornecer uma transferência de
dados com maior qualidade e ainda a possibilidade de trabalhar com
resoluções em Full HD (1080p). Vale ressaltar o uso da aceleração de
hardware 3D, também presente para acirrar a corrida pela tecnologia que
dominará o mercado.

Veja agora algumas das características de Silverlight:

  • Oferece uma experiência ampla na incorporação de vídeos, animações e interfaces interativas.
  • É pequeno e de fácil instalação, possuindo menos de 2 MegaBytes.
  • Pode
    criar e trabalhar com gráficos vetorizados, assim como textos,
    animações e sobreposições que interagem com gráficos e efeitos de alta
    qualidade.
  • Os desenvolvedores podem criar aplicativos
    programando em diversas linguagens, dentre elas: AJAX, C#, Python, Ruby
    e Visual Basic.
  • Foi produzido para funcionar em
    plataforma-cruzada. Em outras palavras, foi projetado para trabalhar em
    diversas arquiteturas e sistemas operacionais.
  • Transmissão de áudio e vídeo

    A
    tecnologia Silverlight foi empregada para gerar novas soluções de
    transmissão com alta qualidade, possibilitando alcançar patamares nunca
    conquistados. Para isso, é possível usar o Microsoft Expression Media
    Encoder e outros ambientes de edição. Ótimo para que webdesigners
    possam ter controle completo sobre suas aplicações.

    Entre as
    principais características de transmissão estão: suporte a biblioteca
    API, possibilidade de usar ferramentas da Microsoft ou de terceiros,
    trabalhar com qualidade de streaming maior que a de DVDs e também permissão para hospedar arquivos de vídeo/áudio maiores que 4 GigaBytes.

    Conhecendo a tecnologia:

    Após baixar o plugin, acesse o seguinte site: Clique Aqui
    e veja os trailers de filmes através da tecnologia Silverlight — são ao
    todo 4 filmes que estão para serem lançados no cinema pela Fox. Também
    é possível brincar com alguns aplicativos, tocando piano, tatuando
    braços e muito mais. Basta acessar o site de demonstrações de ferramentas e aplicações.

    Nossa Opinião

    A
    guerra começou! Após anos de hegemonia, a tecnologia Flash da Adobe —
    presente em 98% dos computadores que acessam a internet — pela primeira
    vez encontrou um concorrente de peso: o Silverlight da Microsoft. Para
    retrucar, a Adobe planeja lançar o Adobe Media Player e o Adobe Apollo,
    contudo a MS saiu na frente ao liberar a versão de testes do seu
    produto.

    Ao assistir aos trailers disponibilizados pela Fox, são
    notáveis o bom desempenho e qualidade de transmissão de vídeo do
    Silverlight, com uma resolução de imagem que deixa qualquer um de
    queixo caído. O melhor de tudo é que o carregamento é muito rápido, com
    pouco buffer. Os aplicativos também são interessantes e
    prometem fazer sucesso. Brincando com alguns deles é possível concluir
    que Silverlight veio para brigar de frente com o Flash. Não é para
    menos, uma vez que a Microsoft gastou praticamente 100 milhões de
    dólares para desenvolver a nova tecnologia.

    No entanto, a Adobe
    não vai deixar barato e em breve deve mostrar as cartas na manga ao
    público. Enfim, apesar da batalha estar decretada, conhecer e explorar
    uma nova tecnologia é ótimo para o usuário, pois o combate entre as
    duas gigantes deve acelerar o desenvolvimento de revoluções no mundo
    multimídia da internet.

    Baixe o Software aqui

    fonte: IG Downloads

    abril 23, 2008 Posted by | Dicas, Ferramentas, Java, Programação, Tecnologia, Tips | Deixe um comentário

    Understand how to truly customize the Outlook Today page

    http://tinyurl.com/4hmmgf

    abril 15, 2008 Posted by | Dicas, Ferramentas, Tecnologia, Tips | Deixe um comentário

    Featured Freeware: Auslogics Disk Defrag

    fonte: download.com

    Hopefully, there aren’t too many Windows users left who don’t have
    Auslogics Disk Defrag. In case you don’t, though, this is an excellent
    time to stop using the slow, native Microsoft defragger and
    upgrade–for free!–to an app that works better and faster: Auslogics Disk Defrag.

    Even on older Windows XP systems, the program runs reasonably fast.
    Chose a hard drive from the drop-down menu to get a read on its stats
    such as free and used space and get a visual comparison in a pie chart.
    One click starts the defragging, and along with a visual table
    representing the various bits and bytes that are being shunted around,
    you also get a running ticker of the file currently being defragged.
    Disk Defragger spits out a bar graph and an HTML report at the end,
    lacking only a final sector map.

    abril 9, 2008 Posted by | Dicas, Ferramentas, Tecnologia, Tips | | Deixe um comentário

    Learn How to Build a Pipe in Just a Few Minutes

      Pipes only sounds hard. Watch our intro and see how you can quickly turn your idea into a usable, working feed.

    março 6, 2008 Posted by | Dicas, Ferramentas, Programação, Tecnologia, Tips, Vídeos | Deixe um comentário

    Avoid Keyloggers with Neo’s SafeKeys

    fonte: Lifehacker

    neossafkey.png
    Windows only: When you’re in a shady internet cafe in Bangkok and you’re worried about rogue software logging your passwords as you type them, you need a USB drive with Neo’s SafeKeys on it. Neo’s SafeKeys is a small, mouse-based keyboard that shows up on your screen in different places each time you run it from your drive. You click the SafeKeys keyboard to enter your password, then select it and drag and drop it to the password field to bypass keylogging AND clipboard logging software. A great addition to your portable apps collection, Neo’s SafeKeys is a free download for Windows only.

    março 6, 2008 Posted by | Dicas, Ferramentas, Tecnologia, Tips | Deixe um comentário