Paul´s Blog

Informações Inúteis do dia-a-dia

SOPRADOR DE FOLHAS: QUAL A MELHOR OPÇÃO?

Fonte: Blog BSS Máquinas e Equipamentos para Floresta e Jardim

Soprador costal? Soprador de mão? Sopro-aspirador?

Com o inverno chegando em nosso país, os motivos para a aquisição de um bom soprador de folhas se faz cada vez mais necessário. Chega de varrer as folhas que caem das árvores, existem hoje, práticas muito mais rápidas e viáveis, para você ou para seus funcionários. A utilização de equipamentos, cada vez mais viáveis no mercado, facilitará as tarefas e diminuirá o tempo das mesmas, trazendo comodidade e eliminando tarefas demoradas e cansativas. O Soprador de Folhas é um destes equipamentos, que trará estas comodidades.

Neste artigo iremos falar um pouco sobre as diferentes aplicações dentre os modelos de sopradores de folhas existentes no mercado atualmente. Dentre os modelos existentes, estão os sopradores de mão e os sopradores costais. Os sopradores, também podem ser divididos em sopradores à gasolina e sopradores elétricos, cada qual com a sua funcionalidade.

VEJA EM NOSSA LOJA AS OPÇÕES COM OS MELHORES PREÇOS!!! 

Sopradores de folhas a Gasolina:

Existem vários tipos de sopradores a gasolina, incluindo os tipos portáteis e de suporte costal. Os sopradores portáteis são divididos em dois grupos: aqueles com coletor e aqueles sem coletor. Com um soprador, é possível fazer muito mais coisas do que apenas espalhar as folhas: também é possível eliminar detritos, sobras de grama e de cercas-vivas, etc.

As principais marcas com as quais trabalhamos e indicamos, são os sopradores HUSQVARNA na linha profissional e sopradores TOYAMA na linha hobby.

BannerSopradores2

Coisas para ter em mente ao comprar um Soprador:

  • A máquina deve ter um sistema anti-vibração eficiente para minimizar as vibrações das partes da máquina que entram em contato com o usuário.
  • O motor deve ser potente e fácil de dar a partida.
  • Preste atenção à velocidade do ar e ao fluxo de ar.
  • Se você escolher um soprador com suporte costal, ele deverá ter cinturão confortável e redutores da carga com cinto para os quadris e tiras largas para os ombros.

Sopradores de folhas Elétricos :

Existem alguns tipos de sopradores elétricos, incluindo os tipos portáteis, cujo manuseio é fácil, normalmente utilizando apenas uma mão Os sopradores portáteis elétricos são divididos em dois grupos: aqueles com coletor e aqueles sem coletor. Com um soprador, é possível fazer muito mais coisas do que apenas espalhar as folhas: também é possível eliminar detritos, sobras de grama e de cercas-vivas, etc.

Abaixo Seguem os principais modelos de sopradores HUSQVARNA e sopradores TOYAMA, os quais indicamos para sua comodidade:

VEJA MAIS EM NOSSA LOJA AS OPÇÕES COM OS MELHORES PREÇOS EM ATÉ 10X SEM JUROS!!!

http://www.bssmaquinas.com.br/c/sopradores-de-folhas/72776-SIT.html

maio 16, 2014 Posted by | Dicas, Texto | , , | Deixe um comentário

De quem a Apple tirou a idéia do Iphone e do Ipad?

Fonte: Neoplace Blog

A história das gigantes de software e tecnologia do Vale do Silício é marcada por usurpação de idéias, violações de direito autoral e apropriação descarada de projetos e conceitos de umas pelas outras; Não raro os criadores de uma solução genial são furtados por outras empresas (ou espertalhões de tecnologia, vulgo ‘piratas de silício’)  que usurpam a fama, projeção e lucros do criador original. Foi assim com a Apple, a Microsoft ou mesmo o Facebook.

No caso da Apple a usurpação de idéias alheias está impregnada em seu DNA… Seu primeiro Sistema Operacional e Computador Pessoal foram usurpados da Xerox pelo Steve Jobs e sua trupe; Bill gates – que esteve filiado a Apple em seus primórdios – usurpou as idéias e projetos da Apple para criar uma cópia mal azambrada de seu sistema operacional  (o Windows) para substituir o DOS (que a Microsoft roubou da ‘Digital Research’ (que faliu algum tempo depois)).

No caso do Iphone e Ipad, as principais características que diferenciam os aparelhos vieram de outras empresas, pessoas ou engenheiros. Um dos principais exemplos é o sistema de multi-toque a a Apple, utilizado primeiramente no Iphone, que foi lançado pela apple no final de junho de 2007 e mais tarde ampliado e extendido para universo dos Tablets.

Ora, já em 2006 escrevi  sobre o sistema projetado por Jeff Han, cientista da ‘New York University’s Courante Institute Mathematical Sciences’ que desenvolveu um dispositivo ‘interface-free’: Foi o primeiro Tablet moderno apresentado ao mundo, na TED Talks, em janeiro de 2006. A apresentação e matéria podem ser vistas aqui. Observem que muitas das coisas que a Apple apresenta como inovações suas já estavam presentes no dispositivo.

No começo de 2007 a Microsoft apareceu na mídia se apropriando descaradamente da criação de Han (que, diga-se de passagem, continua como cientista de universidade, sem participação de lucro na Apple nem na Microsoft). O anúncio do novo e revolucionário sistema da Microsoft pode ser visto aqui.

Neste ponto as ações da Apple em razão da Google, alegando que as ‘inovações’ de seu iOS foram integrados ao Android, são – no mínimo – intrigantes; Por certo as limitações da natureza humana são fatores que facultam sua evolução (pontos e características negativas são sublimadas e tornam-se fatores de destaque e diferenciação (ex. Os maiores especialistas em nanismo do mundo são anões, pessoas com problemas gastro-intestinais tem maior probabilidade de se tornarem especialistas no assunto, etc)). Talvez a mesma espécie de diversionamento subjetivo interno explique pque assassinos dormem com uma arma embaixo do travesseiro, pque cleptomaniacos temem que amigos os roubem ou porque a Apple é tão reservada e fechada em relação às suas idéias e propriedade intelectual. 

novembro 13, 2011 Posted by | Texto | , , , , , , | Deixe um comentário

Diário de uma mulher motorista

QUERIDO DIÁRIO

 
 
5 de Janeiro
 
Passei no exame de direção!
Posso agora dirigir o meu próprio carro, sem ter que ouvir as recomendações
dos instrutores, sempre dizendo:’por aí é sentido proibido!’, ‘Vamos sair da
contra-mão!’, ‘Olha a velhinha!’, ‘Freia! Freia!’, e outras coisas do
gênero. Nem sei como agüentei estes últimos dois anos e meio…
 
8 de Janeiro
 
A Auto-Escola fez uma festa de despedida para mim!
Fiquei muito emocionada!
Os instrutores nem sequer deram aulas!
Um deles disse que ia à missa… Julgo que vi outro com lágrimas nos olhos e
todos disseram que iam embebedar-se, para comemorar.
Achei simpática a despedida, mas penso que a minha carteira não merecia tal
exagero.
Êles foram muito generosos! Umas gracinhas mesmo!
 
12 de Janeiro
 
Comprei meu carro e, infelizmente, tive que deixá-lo na concessionária para
substituir o pára-choque traseiro, pois, quando tentei sair, engatei marcha
a ré ao invés da primeira.
Deve ser falta de prática! Também, há uma semana que não dirijo…
 
14 Janeiro
 
Já tenho o carro.
Fiquei tão feliz ao sair da concessionária, que resolvi dar um passeio.
Parece que muitos outros tiveram a mesma idéia, pois fui seguida por
inúmeros automóveis, todos buzinando como num casamento.
Para não parecer antipática, entrei na brincadeira e reduzi a velocidade de
10 para 5 km por hora.
Os outros gostaram e buzinaram ainda mais.
Foi muito legal…
 
22 Janeiro
 
Os meus vizinhos são impecáveis.
Colocaram posters avisando em grandes letras ‘ATENÇÃO ÀS MANOBRAS’ e
marcaram, com tinta branca florescente, um lugar bem espaçoso para eu
estacionar e, para minha segurança e conforto,proibiram os filhos de saírem
à rua enquanto durassem as manobras.
Penso que é tudo para não me perturbarem.
Ainda há gente boa neste mundo…
 
10 de Fevereiro
 
Os outros motoristas tem hábitos estranhos.
Além de acenarem muito, estão sempre gritando.
Não escuto nada, por estar com os vidros fechados, mas parece que querem dar
informações.
Digo isto porque julgo ter percebido, através de leitura labial, um deles
dizendo:
‘Vai para casa ‘.Não sei como ele adivinhou para onde eu ia! Acho isso
espantoso.
De qualquer modo, quando eu descobrir onde fica o botão que desce os vidros,
vou tirar muitas dúvidas.
 
19 de Fevereiro
 
A Cidade é muito mal iluminada.
Fiz hoje meu primeiro passeio noturno e tive de andar sempre com o farol
alto aceso, para ver direito.
Todos os motoristas com quem cruzei pareciam concordar comigo, pois também
ligaram o farol alto e alguns chegaram mesmo a acender outros faróis que
tinham.
Só não percebi a razão das buzinadas.
Talvez para espantar algum bicho. Sei lá.
 
26 de Fevereiro
 
Hoje me envolveram num acidente.
Entrei numa rotatória e como tinha muito carro (não quero exagerar mas
deviam ser, no mínimo, uns quatro!), não consegui sair.
Fui dando voltas bem juntinho ao centro, à espera de uma oportunidade,
de tal forma que acabei por ficar tonta e bati no monumento no centro da
rotatória.
Acho que deviam limitar a circulação nas rotatórias a um carro de cada vez.
 
3 de Março
 
Estou em maré de azar.
Fui buscar o carro na oficina e, logo na saída, troquei os pés, acelerando
fundo em vez de frear.
Bati num carro que ia passando, amassando todo o lado direito.
O motorista , por coincidência, era o inspetor que me aprovou no exame de
direção.
Um bom homem, sem dúvida.
Insisti em dizer que a culpa era minha, mas ele educadamente, não parava de
repetir para si mesmo:
‘É tudo minha culpa! É tudo minha culpa!Que Deus me perdoe!’

fevereiro 12, 2008 Posted by | bobagens, Texto | Deixe um comentário

Interview with Warren Buffet

There was a one hour interview on CNBC with Warren Buffet , the second richest man who has donated $31 billion to charity. Here are some very interesting aspects of his life:
 
1. He bought his first share at age 11 and he now regrets that he started too late!
2. He bought a small farm at age 14 with savings from delivering newspapers.
3. He still lives in the same small 3-bedroom house in mid-town Omaha , that he bought after he got married 50 years ago. He says that he has everything he needs in that house. His house does not have a wall or a fence.
4. He drives his own car everywhere and does not have a driver or security people around him.
5. He never travels by private jet, although he owns the world’s largest private jet company.
6. His company, Berkshire Hathaway, owns 63 companies.
He writes only one letter each year to the CEOs of these companies, giving them goals for the year. He never holds meetings or calls them on a regular basis.
He has given his CEO’s only two rules. Rule number 1: do not lose any of your share holder’s money. Rule number 2: Do not forget rule number 1.
7. He does not socialize with the high society crowd. His past time after he gets home is to make himself some pop corn and watch Television.
8. Bill Gates, the world’s richest man met him for the first time only
5 years ago. Bill Gates did not think he had anything in common with Warren Buffet. So he had scheduled his meeting only for half hour. But when Gates met him, the meeting lasted for ten hours and Bill Gates became a devotee of Warren Buffet.
9. Warren Buffet does not carry a cell phone, nor has a computer on his desk.
 
His advice to young people: “Stay away from credit cards and invest in yourself and
Remember:
A. Money doesn’t create man but it is the man who created money.
B. Live your life as simple as you are.
C. Don’t do what others say, just listen them, but do what you feel good.
D. Don’t go on brand name; just wear those things in which u feel comfortable.
E. Don’t waste your money on unnecessary things; just spend on them who really in need rather.
F. After all it’s your life then why give chance to others to rule our life.”

dezembro 20, 2007 Posted by | Dicas, Texto, Tips | Deixe um comentário

TPM em 4 fases

Segundo a visão masculina, podemos dividir a TPM em 4 fases principais:

Fase 1 – a Fase Meiguinha

Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha. Bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal.
Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.

Fase 2 – a Fase Sensível

Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:

– Você acha que eu estou gorda?

Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo “estou” ao invés da combinação “estou ficando”, torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar. E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.

Fase 3 – a Fase Explosiva

Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM.

Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas…

Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: “Tá tudo bem?”

A resposta é um simples e seca: “Ta” sem olhar na sua cara.

Não satisfeito, você emenda um “Tem certeza?”, que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso “teenhoo..”.

Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que…

– Merda, viu!? – ela rosna de repente.

– Que foi?

A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta. Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:

– Você não liga pra mim! Tá vendo que eu to aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo! Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem! Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda! O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer uma porra de um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás, vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente! Desnorteado, você pede o pinico e vai embora. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.

Fase 4 – a Fase da Cólica

No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela.

Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado “O que aconteceu?”, você se pergunta. “Tudo bem.”, Você pensa. “Acho que ela se livrou do encosto.”, Pronto! A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz.

Pelo menos até daqui a 20 dias…

dezembro 27, 2006 Posted by | bobagens, Humor, Texto | 3 Comentários

10 Reasons You Should Never Get a Job

from stevepavlina

Just for fun I recently asked Erin, “Now that the kids are in summer school, don’t you think it’s about time you went out and got yourself a job?  I hate seeing you wallow in unemployment for so long.”

She smiled and said, “Wow.  I have been unemployed a really long time.  That’s weird…  I like it!”

Neither of us have had jobs since the ’90s (my only job was in 1992), so we’ve been self-employed for quite a while.  In our household it’s a running joke for one of us to say to the other, “Maybe you should get a job, derelict!”

It’s like the scene in The Three Stooges where Moe tells Curly to get a job, and Curly backs away, saying, “No, please… not that!  Anything but that!”

It’s funny that when people reach a certain age, such as after graduating college, they assume it’s time to go out and get a job.  But like many things the masses do, just because everyone does it doesn’t mean it’s a good idea.  In fact, if you’re reasonably intelligent, getting a job is one of the worst things you can do to support yourself.  There are far better ways to make a living than selling yourself into indentured servitude.

Here are some reasons you should do everything in your power to avoid getting a job:

1. Income for dummies.

Getting a job and trading your time for money may seem like a good idea.  There’s only one problem with it.  It’s stupid!  It’s the stupidest way you can possibly generate income!  This is truly income for dummies.

Why is getting a job so dumb?  Because you only get paid when you’re working.  Don’t you see a problem with that, or have you been so thoroughly brainwashed into thinking it’s reasonable and intelligent to only earn income when you’re working?  Have you never considered that it might be better to be paid even when you’re not working?  Who taught you that you could only earn income while working?  Some other brainwashed employee perhaps?

Don’t you think your life would be much easier if you got paid while you were eating, sleeping, and playing with the kids too?  Why not get paid 24/7?  Get paid whether you work or not.  Don’t your plants grow even when you aren’t tending to them?  Why not your bank account?

Who cares how many hours you work?  Only a handful of people on this entire planet care how much time you spend at the office.  Most of us won’t even notice whether you work 6 hours a week or 60.  But if you have something of value to provide that matters to us, a number of us will be happy to pull out our wallets and pay you for it.  We don’t care about your time — we only care enough to pay for the value we receive.  Do you really care how long it took me to write this article?  Would you pay me twice as much if it took me 6 hours vs. only 3?

Non-dummies often start out on the traditional income for dummies path.  So don’t feel bad if you’re just now realizing you’ve been suckered.  Non-dummies eventually realize that trading time for money is indeed extremely dumb and that there must be a better way.  And of course there is a better way.  The key is to de-couple your value from your time.

Smart people build systems that generate income 24/7, especially passive income.  This can include starting a business, building a web site, becoming an investor, or generating royalty income from creative work.  The system delivers the ongoing value to people and generates income from it, and once it’s in motion, it runs continuously whether you tend to it or not.  From that moment on, the bulk of your time can be invested in increasing your income (by refining your system or spawning new ones) instead of merely maintaining your income.

This web site is an example of such a system.  At the time of this writing, it generates about $9000 a month in income for me (update: $40,000 a month as of 10/31/06), and it isn’t my only income stream either.  I write each article just once (fixed time investment), and people can extract value from them year after year.  The web server delivers the value, and other systems (most of which I didn’t even build and don’t even understand) collect income and deposit it automatically into my bank account.  It’s not perfectly passive, but I love writing and would do it for free anyway.  But of course it cost me a lot of money to launch this business, right?  Um, yeah, $9 is an awful lot these days (to register the domain name).  Everything after that was profit.

Sure it takes some upfront time and effort to design and implement your own income-generating systems.  But you don’t have to reinvent the wheel — feel free to use existing systems like ad networks and affiliate programs.  Once you get going, you won’t have to work so many hours to support yourself.  Wouldn’t it be nice to be out having dinner with your spouse, knowing that while you’re eating, you’re earning money?  If you want to keep working long hours because you enjoy it, go right ahead.  If you want to sit around doing nothing, feel free.  As long as your system continues delivering value to others, you’ll keep getting paid whether you’re working or not.

Your local bookstore is filled with books containing workable systems others have already designed, tested, and debugged.  Nobody is born knowing how to start a business or generate investment income, but you can easily learn it.  How long it takes you to figure it out is irrelevant because the time is going to pass anyway.  You might as well emerge at some future point as the owner of income-generating systems as opposed to a lifelong wage slave.  This isn’t all or nothing.  If your system only generates a few hundred dollars a month, that’s a significant step in the right direction.

2. Limited experience.

You might think it’s important to get a job to gain experience.  But that’s like saying you should play golf to get experience playing golf.  You gain experience from living, regardless of whether you have a job or not.  A job only gives you experience at that job, but you gain ”experience” doing just about anything, so that’s no real benefit at all.  Sit around doing nothing for a couple years, and you can call yourself an experienced meditator, philosopher, or politician.

The problem with getting experience from a job is that you usually just repeat the same limited experience over and over.  You learn a lot in the beginning and then stagnate.  This forces you to miss other experiences that would be much more valuable.  And if your limited skill set ever becomes obsolete, then your experience won’t be worth squat.  In fact, ask yourself what the experience you’re gaining right now will be worth in 20-30 years.  Will your job even exist then?

Consider this.  Which experience would you rather gain?  The knowledge of how to do a specific job really well — one that you can only monetize by trading your time for money – or the knowledge of how to enjoy financial abundance for the rest of your life without ever needing a job again?  Now I don’t know about you, but I’d rather have the latter experience.  That seems a lot more useful in the real world, wouldn’t you say?

3. Lifelong domestication.

Getting a job is like enrolling in a human domestication program.  You learn how to be a good pet.

Look around you.  Really look.  What do you see?  Are these the surroundings of a free human being?  Or are you living in a cage for unconscious animals?  Have you fallen in love with the color beige?

How’s your obedience training coming along?  Does your master reward your good behavior?  Do you get disciplined if you fail to obey your master’s commands?

Is there any spark of free will left inside you?  Or has your conditioning made you a pet for life?

Humans are not meant to be raised in cages.  You poor thing…

4. Too many mouths to feed.

Employee income is the most heavily taxed there is.  In the USA you can expect that about half your salary will go to taxes.  The tax system is designed to disguise how much you’re really giving up because some of those taxes are paid by your employer, and some are deducted from your paycheck.  But you can bet that from your employer’s perspective, all of those taxes are considered part of your pay, as well as any other compensation you receive such as benefits.  Even the rent for the office space you consume is considered, so you must generate that much more value to cover it.  You might feel supported by your corporate environment, but keep in mind that you’re the one paying for it.

Another chunk of your income goes to owners and investors.  That’s a lot of mouths to feed.

It isn’t hard to understand why employees pay the most in taxes relative to their income.  After all, who has more control over the tax system?  Business owners and investors or employees?

You only get paid a fraction of the real value you generate.  Your real salary may be more than triple what you’re paid, but most of that money you’ll never see.  It goes straight into other people’s pockets.

What a generous person you are!

5. Way too risky.

Many employees believe getting a job is the safest and most secure way to support themselves.

Morons.

Social conditioning is amazing.  It’s so good it can even make people believe the exact opposite of the truth.

Does putting yourself in a position where someone else can turn off all your income just by saying two words (”You’re fired”) sound like a safe and secure situation to you?  Does having only one income stream honestly sound more secure than having 10?

The idea that a job is the most secure way to generate income is just silly.  You can’t have security if you don’t have control, and employees have the least control of anyone.  If you’re an employee, then your real job title should be professional gambler.

6. Having an evil bovine master.

When you run into an idiot in the entrepreneurial world, you can turn around and head the other way.  When you run into an idiot in the corporate world, you have to turn around and say, “Sorry, boss.”

Did you know that the word boss comes from the Dutch word baas, which historically means master?  Another meaning of the word boss is “a cow or bovine.”  And in many video games, the boss is the evil dude that you have to kill at the end of a level.

So if your boss is really your evil bovine master, then what does that make you?  Nothing but a turd in the herd.

Who’s your daddy?

7. Begging for money.

When you want to increase your income, do you have to sit up and beg your master for more money?  Does it feel good to be thrown some extra Scooby Snacks now and then?

Or are you free to decide how much you get paid without needing anyone’s permission but your own?

If you have a business and one customer says “no” to you, you simply say “next.”

8. An inbred social life.

Many people treat their jobs as their primary social outlet.  They hang out with the same people working in the same field.  Such incestuous relations are social dead ends.  An exciting day includes deep conversations about the company’s switch from Sparkletts to Arrowhead, the delay of Microsoft’s latest operating system, and the unexpected delivery of more Bic pens.  Consider what it would be like to go outside and talk to strangers.  Ooooh… scary!  Better stay inside where it’s safe.

If one of your co-slaves gets sold to another master, do you lose a friend?  If you work in a male-dominated field, does that mean you never get to talk to women above the rank of receptionist?  Why not decide for yourself whom to socialize with instead of letting your master decide for you?  Believe it or not, there are locations on this planet where free people congregate.  Just be wary of those jobless folk — they’re a crazy bunch!

9. Loss of freedom.

It takes a lot of effort to tame a human being into an employee.  The first thing you have to do is break the human’s independent will.  A good way to do this is to give them a weighty policy manual filled with nonsensical rules and regulations.  This leads the new employee to become more obedient, fearing that s/he could be disciplined at any minute for something incomprehensible.  Thus, the employee will likely conclude it’s safest to simply obey the master’s commands without question.  Stir in some office politics for good measure, and we’ve got a freshly minted mind slave.

As part of their obedience training, employees must be taught how to dress, talk, move, and so on.  We can’t very well have employees thinking for themselves, now can we?  That would ruin everything.

God forbid you should put a plant on your desk when it’s against the company policy.  Oh no, it’s the end of the world!  Cindy has a plant on her desk!  Summon the enforcers!  Send Cindy back for another round of sterility training!

Free human beings think such rules and regulations are silly of course.  The only policy they need is:  “Be smart.  Be nice.  Do what you love.  Have fun.”

10. Becoming a coward.

Have you noticed that employed people have an almost endless capacity to whine about problems at their companies?  But they don’t really want solutions – they just want to vent and make excuses why it’s all someone else’s fault.  It’s as if getting a job somehow drains all the free will out of people and turns them into spineless cowards.  If you can’t call your boss a jerk now and then without fear of getting fired, you’re no longer free.  You’ve become your master’s property.

When you work around cowards all day long, don’t you think it’s going to rub off on you?  Of course it will.  It’s only a matter of time before you sacrifice the noblest parts of your humanity on the altar of fear:  first courage… then honesty… then honor and integrity… and finally your independent will.  You sold your humanity for nothing but an illusion.  And now your greatest fear is discovering the truth of what you’ve become.

I don’t care how badly you’ve been beaten down.  It is never too late to regain your courage.  Never!

Still want a job?

If you’re currently a well-conditioned, well-behaved employee, your most likely reaction to the above will be defensiveness.  It’s all part of the conditioning.  But consider that if the above didn’t have a grain of truth to it, you wouldn’t have an emotional reaction at all.  This is only a reminder of what you already know.  You can deny your cage all you want, but the cage is still there.  Perhaps this all happened so gradually that you never noticed it until now… like a lobster enjoying a nice warm bath.

If any of this makes you mad, that’s a step in the right direction.  Anger is a higher level of consciousness than apathy, so it’s a lot better than being numb all the time.  Any emotion — even confusion — is better than apathy.  If you work through your feelings instead of repressing them, you’ll soon emerge on the doorstep of courage.  And when that happens, you’ll have the will to actually do something about your situation and start living like the powerful human being you were meant to be instead of the domesticated pet you’ve been trained to be.

Happily jobless

What’s the alternative to getting a job?  The alternative is to remain happily jobless for life and to generate income through other means.  Realize that you earn income by providing value — not time – so find a way to provide your best value to others, and charge a fair price for it.  One of the simplest and most accessible ways is to start your own business.  Whatever work you’d otherwise do via employment, find a way to provide that same value directly to those who will benefit most from it.  It takes a bit more time to get going, but your freedom is easily worth the initial investment of time and energy.  Then you can buy your own Scooby Snacks for a change.

And of course everything you learn along the way, you can share with others to generate even more value.  So even your mistakes can be monetized.

Here are some free resources to help you get started:

One of the greatest fears you’ll confront is that you may not have any real value to offer others.  Maybe being an employee and getting paid by the hour is the best you can do.  Maybe you just aren’t worth that much.  That line of thinking is all just part of your conditioning.  It’s absolute nonsense.  As you begin to dump such brainwashing, you’ll soon recognize that you have the ability to provide enormous value to others and that people will gladly pay you for it.  There’s only one thing that prevents you from seeing this truth — fear.

All you really need is the courage to be yourself.  Your real value is rooted in who you are, not what you do.  The only thing you need actually do is express your real self to the world.  You’ve been told all sort of lies as to why you can’t do that.  But you’ll never know true happiness and fulfillment until you summon the courage to do it anyway.

The next time someone says to you, “Get a job,” I suggest you reply as Curly did:  ”No, please… not that!  Anything but that!”  Then poke him right in the eyes.

You already know deep down that getting a job isn’t what you want.  So don’t let anyone try to tell you otherwise.  Learn to trust your inner wisdom, even if the whole world says you’re wrong and foolish for doing so.  Years from now you’ll look back and realize it was one of the best decisions you ever made.

Discuss this post in the Steve Pavlina forum.

If you find this site helpful, please leave a donation for Steve so you can enjoy the spirit of giving too.

novembro 18, 2006 Posted by | bobagens, Texto | Deixe um comentário

Serenata nupcial

                                                                               from: Carlos A. Ramina e Silva
                                                        Curitiba-PR

Noite alta, sombrosa e fria, e mesmo assim,
desponta, em meio às beladonas do jardim,
saudado pelos flexeis galhos ao açoite
do vento, o mesmo vulto, como da outra noite.

O amante a espera, silencioso, no relvado,
a quem se entrega, sem palavras nem sorriso,
naturalmente nus, como no Paraíso,
Adão e Eva foram, antes do pecado.

Assim termina, sem calor nem despedida,
a estranha cena, pois no início e na partida
não há suspiros, nem meiguices, nem querelas.

E ao retirar-se vai deixando, de si mesma,
prateado, alvo rastro, refletindo estrelas,
serena, lenta e triste a incompreendida lesma.

* * *  Carlos Alberto Ramina e Silva tem como autores preferidos Oscar Wilde, Hemingway e Allan Poe. Admira Krishnamurti, e uma das frases desse pensador é das suas preferidas: “Nós, os relativos, não podemos definir o absoluto, que é Deus. Não podemos dizer sequer que Deus é bom ou é mau, mas, simplesmente, que Deus é.

novembro 6, 2006 Posted by | Família, Texto | Deixe um comentário

Recebi num sinaleiro

Recebi o texto abaixo num sinaleiro. Num dia frio e chuvoso, parado no trânsito engarrafado no meio da tarde de um dia de semana comum, imerso em meus próprios problemas e elucubrações. De meu torpor observei uma senhora por entre os carros; Todos de janelas fechadas, alheios a existência daquela senhora que persistia ir, de veículo-à-veículo, com um sorriso resignado no rosto.

Muito magra, apresentava as marcas das dificuldades de sua própria existência. Os cabelos inteiramente brancos mostravam o cuidado contido daqueles que não se podem dar ao luxo das vicissitudes da vaidade. Os maltratados fios estavam, dentro do possível, bem escovados e contidos embaixo de um puído, embora bem lavado, lenço. A pele, bastante clara, estava inteiramente enrugada e maltratada pelos incontáveis dias que estivera exposta ao mundo sem qualquer proteção. Os fundos olhos claros traziam a tristeza uma história longínqua, fora de alcance, e a falta de perspectiva para o dia de amanhã. A fome havia marcado aquela senhora como ferro em brasa. Sem dúvida aparentava ser muito mais velha do que deveria ser.

Surpreendi-me envergonhado por estar, até aquele momento, torcendo para que não houvesse tempo para que àquela senhora chegasse à minha janela. O abre-fecha dos sinaleiros era insuficiente à fluidez do tráfego, cada vez intenso àquela hora. Acordei com o fitar aflito do outro lado do vidro, a menos de 20cm de distância e num mundo completamente diferente e distante de minha realidade. Ao abrir o vidro o frio, chuva, ruídos e odores invadiram o veículo. Tirei da carteira e lhe estendi R$ 2,00, como uma espécie de pedágio para aplacar parte da culpa pelo acidente do acaso que proporcionou a boa sorte de minha existência. Ela olhou, sorriu e me estendeu um pacote balas que recusei educadamente. Os olhos da senhora brilharam de forma estranha, e ela falou:     

– “Um poema então. Sou eu quem escreve. Qual prefere? O da velha ou o do amor?”

O orgulho de produzir algo para o próprio sustento era evidente. Escolhi:

– “Hum… O da velha, então.”.

De seu bolso ela me estendeu o texto que segue abaixo. Também contou que tinha netos e tudo que pode nos breves momentos que precederam a retomada no fluxo de veículos. De seu texto o que se destaca é a assinatura e a declaração de sua idade. Velha muito precocemente, aos 58 anos, tinha na idade uma declaração de sobrevivência e nos netos a extensão de uma esperança que nunca se concretizou a si.

Curioso, nestes dias e na mesma rua e quadra perguntei pela senhora que ficava no sinaleiro. Quisera ver o que ela diria do amor. Ninguém mais há viu. Talvez tenha morrido. Simplesmente sumiu sem aviso e sem deixar rastros. Desapareceu despercebidamente como provavelmente sempre viveu. Segue o  texto:

Dê boas-vindas aos anos avançados. Significam que você caminha mais adiante na senda da vida que não tem fim.

Deus é Vida e esta é agora a sua vida. A vida sempre se renova, é eterna e indestrutível, é a realidade de todos os homens. Você vive eternamente, porque sua vida é a vida de Deus.

A prova da sobrevivência após a morte é inegável. Examine as Atas da Sociedade de Pesquisa Psíquica da Grã-Gretanha e da América. A obra está baseada nas pesquisas realizadas por eminentes cientistas durante mais de 75 anos.

Você não pode ver sua mente, mas sabe que possui uma mente. Você não pode ver o espírito mas sabe que o espírito da pessoa corajosa, o espírito do artista, o espírito do músico, o espírito do orador, todos são reais. Da mesma forma, o espírito da bondade, da verdade e da beleza interna.

Vovó – 58 anos
ganho meu pão abençoado de minhas próprias idéias.
Obrigado
Vovó cici

outubro 23, 2006 Posted by | Catarse, Texto | | Deixe um comentário

•.AUDI.•. – .•.VIDE.•. – .•.TACE.•.

“Nunca deixe o medo de errar impedir que você jogue.”

“Homens com grandes poderes de agir, tem o dever de agir.”

Vivo Cavando Masmorras aos Vícios e Levantando Templos a Virtude, MM•.•.II.•.C.•.T.•.M.•.RR Gosto da honestidade, da virtude das pessoas com quem me relaciono, adoro misticismo.

Estreitar sempre os laços de Amizade que nos Unem Como IIR.•.

Aumentar sempre o conhecimento sempre e sempre na medida do possível estar disposto a ajudar a quem se fizer necessário independente do que seja , desde que esteja ao meu alcance, colocando-me sempre a disposição de todos.


Homem de bons Costumes.

O homem livre de bons costumeis, é conhecido pelos seus princípios.
O comportamento de um homem livre, não faz uso de comportamentos preso as paixões do mundo.
Suas posturas é sempre educada e Cortez, seu convívio com sua família é exemplar, suas palavras edificam, não apaga em si a imagem do G.´.A.´.D.´.U.´. a fraternidade reflete em seus atos, a igualdade transparece em suas atitudes, a liberdade é demonstrada pelo seu comportamento.
Amigo dos necessitados, de suas mãos sai ajuda, o respeito ao próximo é notado no falar; aparta-se do mal é amigo do bem, age com sabedoria, estuda sempre o que faz.

outubro 18, 2006 Posted by | Texto | 1 Comentário

A nobre arte do convencimento

Dois amigos estavam fumando maconha e foram pegos pela polícia. No dia do
julgamento o juiz, que estava de bom-humor, disse:

– Vocês parecem ser boas pessoas, por isso lhes darei uma segunda chance!

– Ao invés de irem pra cadeia, vocês terão que mostrar para as pessoas os
terríveis males das drogas e convencê-las a largá-las!

– Compareçam ao tribunal daqui uma semana, pois eu quero saber quantas
pessoas vocês convenceram!

Na semana seguinte os dois voltaram e o juiz perguntou para o primeiro
homem:

– Como foi sua semana, rapaz?

– Bem, meritíssimo, eu convenci 17 pessoas a pararem de consumir drogas
para sempre!

– 17 pessoas? – disse o juiz, satisfeito – Que maravilha. O que você
disse para elas?

– Eu usei um diagrama, meritíssimo. Desenhei 2 círculos como estes:

O o

Aí apontei pro círculo maior e disse:

– Este é o seu cérebro em tamanho normal… – e apontando pro menor – E
este é o seu cérebro depois das drogas!

– Muito bem! – aplaudiu o juiz, virando-se para o outro sujeito

– E você? Como foi sua semana?

– Eu convenci 234 pessoas, meritíssimo!

– 234 pessoas? – exclamou o juiz, pulando da cadeira

– Incrível! Como você conseguiu isso?

– Utilizei um método parecido com o do meu colega. Desenhei 2 círculos
como estes:

o O

– Mas eu apontei para o círculo menor e disse:

– Este é seu cu antes da prisão…

outubro 5, 2006 Posted by | bobagens, Texto | Deixe um comentário